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Companhia aérea acumula milhares de atrasos

Ryanair aponta atrasos evitáveis no controlo de tráfego aéreo durante o Natal, afetando mais de seiscentos mil passageiros; Portugal registou 307 voos atrasados e 55.260 viajantes

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Só em Portugal foram registados 307 voos fora do horário previsto
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  • Mais de 3.200 voos e 600 mil passageiros da Ryanair foram afetados por atrasos “evitáveis” no período de Natal; em Portugal, 307 voos e 55.260 passageiros foram impactados.
  • A companhia atribui os problemas à falta de pessoal do controlo aéreo.
  • Espanha foi o país com mais atrasos: 1.098 voos atrasados, afetando 197.640 viajantes; França ficou em segundo, com 999 voos e 179.820 passageiros.
  • Portugal ocupa a terceira posição entre os países com mais voos atrasados, com 307 e 55.260 viajantes afetados.
  • O presidente-executivo, Eddie Wilson, declarou que é inaceitável que seiscentos mil passageiros tenham sofrido atrasos evitáveis devido à escassez de funcionários nos centros de controlo aéreo na Espanha, França, Portugal e Alemanha.

A Ryanair reportou que mais de 3.200 voos e cerca de 600 mil passageiros sofreram atrasos durante o período de Natal, considerados evitáveis. No total, 3.212 voos ficaram atrasados entre Espanha, França, Portugal e outros mercados, afetando 600.000 viajantes.

Em Portugal, 307 voos registaram atrasos durante o fim de semana mais movimentado do ano, envolvendo 55.260 passageiros. A empresa aponta como causa a escassez de pessoal no controlo de tráfego aéreo.

Espanha e França foram os mercados mais impactados, representando 34% e 31% dos atrasos, respetivamente. Espanha contabilizou 1.098 voos atrasados com 197.640 viajantes afetados, e França teve 999 voos atrasados, envolvendo 179.820 passageiros.

Ainda segundo a Ryanair, a Alemanha teve 242 voos atrasados, afetando 43.560 viajantes. Portugal ficou em terceiro lugar, com 307 voos e 55.260 passageiros afetados, durante o mesmo período.

O CEO da Ryanair, Eddie Wilson, afirmou que não é aceitável que tantos passageiros tenham ficado retidos por atrasos evitáveis no controlo de tráfego aéreo, associando o problema à falta de pessoal nos centros de controlo em Espanha, França, Portugal e Alemanha. A companhia acrescenta que o fenómeno ocorreu num dos fins de semana de maior movimento do ano.

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