- O atraso na conclusão da Linha Rosa do Metro do Porto foi descrito como derrapagem claramente excessiva pelo presidente da Câmara, Pedro Duarte.
- A data prevista já mudou várias vezes: julho de 2025, depois este trimestre de 2026, e, por agora, sem data anunciada; a explicação será dada numa reunião camarária no dia 20.
- Emídio Gomes, presidente da Metro, assegurou que se está a fazer tudo para que a festa de S. João decorra na superfície, entre 23 e 24 de junho, sem impedimentos.
- O autarca reconhece prejuízos significativos com o atraso, embora note esforço da nova administração da Metro; aponta necessidade de pressão política para definir prazos.
- A empreitada já foi reforçada para 305 milhões de euros; no dia 20 serão dadas explicações oficiais.
A cidade do Porto continua sem data definida para a conclusão da Linha Rosa do metropolitano. O atraso é visto pelo presidente da Câmara como uma derrapagem excessiva, com prazos reformulados várias vezes e sem data anunciada.
O atraso já foi alvo de críticas do executivo municipal, que aponta prejuízos significativos. A nova administração da Metro diz estar a trabalhar para apresentar explicações na reunião camarária do próximo dia 20.
Na visita às obras da futura estação Liberdade-São Bento, o presidente da Metro, Emídio Gomes, assegurou que será criado um corredor de compatibilização com as festas de S. João, de 23 para 24 de junho, para evitar impedimentos à circulação.
O custo da empreitada foi reforçado para 305 milhões de euros no ano passado. Emídio Gomes indicou que, caso haja novas derrapagens, as explicações serão dadas na reunião de dia 20.
Durante o processo, o autor do projeto aponta que não é possível precisar uma nova data de conclusão no momento. A autarquia reforça o compromisso de manter a cidade informada sobre o avanço da obra.
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