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Dez mortes em acidentes com trotinetes elétricas nos últimos sete anos

GNR regista dez mortos e 1.442 feridos em acidentes com trotinetes elétricas nos últimos sete anos, com pico em 2024 e ações de fiscalização e sensibilização

Houve um aumento da sinistralidade associada a trotinetes elétricas
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  • Nos últimos sete anos, a Guarda Nacional Republicana registou 1.900 acidentes com trotinetes elétricas na via pública, que causaram 10 mortos, 88 feridos graves e 1.442 feridos ligeiros (máximo de 548 em 2024).
  • Desde o início do ano até 28 de fevereiro foram contabilizados 72 acidentes.
  • Em 2023 houve um aumento significativo (547 acidentes) e o pico ocorreu em 2024 (706 acidentes).
  • O distrito de Setúbal foi o que registou mais mortes (três), e Santarém registou 14 feridos graves nos últimos sete anos.
  • As principais causas são circulação em locais indevidos (passeios), desrespeito da sinalização e não utilização de dispositivos de segurança; a GNR tem feito fiscalização e sensibilização, lembrando regras do Código da Estrada e o uso de capacete, luzes e retrorefletor, além de circular prioritariamente em ciclovias ou junto à berma.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 1900 acidentes envolvendo trotinetes elétricas na via pública nos últimos sete anos, com 10 mortes. Os dados, divulgados pela instituição, mostram ainda 88 feridos graves e 1.442 feridos ligeiros, sendo o máximo de feridos registado em 2024 (548).

Entre 2019 e 2025, o distrito de Setúbal foi o que registou o maior número de vítimas mortais, com três, enquanto o distrito de Santarém registou 14 feridos graves nos últimos sete anos. Desde o início de 2025 e até 28 de fevereiro, já tinham sido contabilizados 72 acidentes com trotinetes elétricas.

Segundo a GNR, as causas principais incluem a circulação em locais indevidos, como passeios, o desrespeito pela sinalização e a não utilização de dispositivos de segurança. A instituição tem promovido ações de fiscalização direcionadas aos utilizadores, acompanhadas de sensibilização para uma condução defensiva.

A GNR sublinha que as trotinetes elétricas são equiparadas a velocípedes, devendo cumprir o Código da Estrada. Reforça a recomendação de uso de capacete, mesmo quando não obrigatório, bem como o uso de retrorrefletores e a verificação de luzes brancas na frente e vermelhas atrás.

A circulação de trotinetes nos passeios é proibida; devem usar ciclovias ou, na ausência destas, a faixa de rodagem junto à berma. Evitar manobras bruscas e sinalizar mudanças de direção com o braço é igualmente indicado. Condutores estão sujeitos às mesmas taxas de alcoolemia que os automobilistas, e as trotinetes destinam-se ao transporte de apenas uma pessoa.

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