- Total de 15 mortos desde 2019 devido a acidentes com trotinetas elétricas em Portugal.
- Em 2023 houve oito mortes no total: cinco registadas pela GNR e três pela PSP.
- Nos anos de 2023 e 2024 houve 1.253 acidentes, com os restantes dados a apontarem para um aumento da sinistralidade.
- Aveiro e Faro são os distritos com mais sinistros e feridos; Setúbal regista três mortes desde 2019.
- Em 2025, até ao momento, contam-se 458 acidentes, com 72 até ao final do mês anterior; principais causas são circulação em locais indevidos, desrespeito da sinalização e falta de equipamentos de proteção.
Os acidentes com trotinetas a motor elétrico já provocaram 15 mortos em Portugal desde 2019, segundo dados conjuntos da GNR e da PSP. Em 2023 registou-se o maior número de óbitos, com cinco mortes na GNR e três na PSP, totalizando oito vítimas nesse ano.
Entre 2019 e 2024, os sinistros cresceram, com quase cinco mil acidentes reportados. Somando as ocorrências da GNR (1843) e da PSP (2767), o país viu 15 fatalidades associadas a estes veículos. Nos dois últimos anos, 2023 e 2024, ocorreram 1253 acidentes com trotinetas.
Situação por distritos
Aveiro e Faro registaram o maior número de sinistros e de feridos. No entanto, Setúbal é o distrito com mais mortes desde 2019, com três óbitos. Em 2025, apesar de uma quebra para 458 acidentes, a GNR considera os números ainda preocupantes, com 72 acidentes registados até ao final de abril.
Causas e enquadramento legal
A GNR aponta como principais causas a circulação em locais indevidos (passeios), o desrespeito pela sinalização e a não utilização de dispositivos de segurança. As trotinetas elétricas são equiparadas a velocípedes no Código da Estrada e seguem as mesmas regras.
Recomenda-se o uso de capacete, vestuário retrorrefletor e evitar o consumo de álcool ao conduzir estes veículos. A autoridade reforça que o cuidado individual contribui para reduzir sinistralidade.
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