- Cinco mortos em três anos devido a acidentes com trotinetas, segundo dados oficiais, registados pela Polícia de Segurança Pública (PSP).
- O distrito do Porto é a região com mais registos destes incidents e com maior frequência de problemas relacionados com trotinetas.
- Desde 2019, mais de 2.300 pessoas ficaram feridas em acidentes envolvendo trotinetas.
- As causas apontadas incluem uso inadequado e distração dos utilizadores; reforçam-se campanhas de fiscalização e de consciencialização.
- Reforços de orientação às utilizadoras e utilizadores, uso de capacete, combustão de álcool ou drogas, e medidas de fiscalização pública são destacadas como fundamentais para reduzir vítimas.
Os acidentes com trotinetas elétricas causaram cinco mortes num período de três anos. O distrito do Porto concentra o maior volume de ocorrências, segundo a PSP. Desde 2019, mais de 2.300 pessoas ficaram feridas em acidentes com estes veículos.
Dados oficiais indicam que a maioria dos incidentes resulta do uso inadequado ou da falta de atenção dos utilizadores. As autoridades pedem maior fiscalização e campanhas de sensibilização para reduzir tragédias futuras.
A popularidade das trotinetas tem aumentado a mobilidade urbana, mas eleva também o risco de acidentes graves. Especialistas ressaltam a importância de usar capacete e respeitar as regras de trânsito.
A PSP, a Câmara do Porto e outras entidades promovem ações educativas e medidas para diminuir os acidentes. A coordenação entre entidades é essencial para reduzir o número de vítimas.
A maioria dos acidentes ocorre em zonas urbanas com elevado fluxo de veículos e pedestres. Velocidade excessiva e consumo de álcool são fatores que contribuem para as ocorrências.
Medidas e campanhas
As autoridades recomendam atenção constante aos sinais, condições de trânsito e estado das vias. Os utilizadores devem evitar conduzir sob álcool ou drogas e reforçar a presença de orientações por parte das empresas de aluguer.
A sociedade é convidada a colaborar para tornar o uso das trotinetas seguro. A monitorização contínua e ações coordenadas visam diminuir significativamente os incidentes no futuro.
As autoridades continuam a acompanhar a evolução da situação e a implementar medidas adicionais para a proteção de cidadãos. A promoção de comportamentos responsáveis é tida como prioridade.
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