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Estrada entre Barcelos e Esposende é descrita como autoestrada pelos condutores

População de Barcelos denuncia excesso de velocidade, falta de passeios e iluminação insuficiente na EN 103-1, elevando o risco entre Barcelos e Esposende

Há várias zonasda EN 103-1, entre Barcelos e Esposende, que não têm passeios
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  • A Estrada Nacional 103-1, que liga Barcelos a Esposende e passa pela freguesia de Perelhal, é apontada como uma das vias mais perigosas do concelho.
  • Ao longo da EN 103-1 proliferam relatos de atropelamentos e acidentes, em via onde coexistem habitações, comércio e tráfego intenso.
  • Moradores, comerciantes e a junta local criticam o excesso de velocidade, a ausência de passeios e a iluminação insuficiente das passadeiras.
  • Barcelos é um dos concelhos do distrito de Braga com mais atropelamentos graves registados.
  • As queixas refletem a necessidade de melhorias de segurança na EN 103-1 para sinalizar e separar o tráfego de peões e veículos.

A Estrada Nacional 103-1, que atravessa a freguesia de Perelhal e liga Barcelos a Esposende, é apontada como uma das vias mais perigosas do concelho. Relatos de atropelamentos e acidentes abundam numa via com habitações, comércio e tráfego intenso.

Moradores, comerciantes e a junta de freguesia criticam o excesso de velocidade, a ausência de passeios e a iluminação insuficiente das passadeiras. O problema é visto como uma autentica preocupação de segurança pública.

Local e contexto

Ao longo da EN 103-1, o risco persiste devido à coexistência de tráfego motorizado e estruturas residenciais, sem infraestruturas pedonais adequadas em vários trechos. Barcelos regista, dentro do distrito de Braga, números elevados de atropelamentos graves.

Desdobramentos para a comunidade

A falta de medidas de melhoria aponta para impactos no quotidiano, nomeadamente na mobilidade de residentes, comerciantes e visitantes. Ao longo da via, não há garantias de passagem segura para pedestres em zonas de passagem entre casa, loja e serviço público.

Perspetiva institucional

Fontes locais reiteram a necessidade de intervenções para reduzir velocidades, criar passeios contínuos e melhorar a iluminação viária. Não foram anunciadas ações oficiais no momento, mas a audiência pública tem vindo a exigir respostas rápidas.

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