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Mortes na estrada sobem 31% no período festivo 2025/26 com 38 vítimas em 18 dias

Mortes nas estradas sobem 31% no período festivo de 18 dias, com 38 vítimas, maioritariamente despistes, em meio a 6.083 acidentes

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Além dos registos sobre a sinistralidade, as duas forças de segurança realizaram ainda operações de fiscalização nas estradas
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  • Foram registadas 38 mortes em acidentes rodoviários entre 18 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026, mais 31% do que no período anterior; 28 mortes ocorreram em vias sob vigia da GNR e 10 em zonas urbanas sob a PSP; a vítima mais nova tinha 20 anos e a mais velha, 88.
  • O período teve 6.083 acidentes, com 38 mortos, 127 feridos graves e 1.643 feridos ligeiros; houve uma redução de 4,4% no total de acidentes, feridos graves e feridos ligeiros.
  • Despistes responderam por mais da metade das mortes; colisões e atropelamentos representaram cada um cerca de um quarto das mortes.
  • Aveiro e Lisboa foram os distritos com mais vítimas (sete em cada), seguidos por Braga, com cinco mortes.
  • A PSP e a GNR realizaram fiscalização em mais de 158 mil veículos; foram detectadas mais de 52 mil infrações, destacando-se 30.014 por excesso de velocidade, 3.625 sem inspeção e 1.121 sem seguro; quase dois mil condutores tinham álcool no sangue acima do permitido, sendo 1.102 com taxa igual ou superior a 1,2 g/L.

Entre 18 de Dezembro de 2025 e 4 de Janeiro de 2026, a operação de Natal e Ano Novo da GNR e da PSP registou 38 mortos em acidentes rodoviários, 18 dias de balanço. A época festiva foi mais mortal que a anterior, que contabilizou 25 óbitos.

No mesmo período ocorreram 6083 acidentes, com 38 óbitos, 127 feridos graves e 1643 feridos leves. Houve aumento de 31% nas mortes, apesar de perdas de 4,4% no total de acidentes.

Mais da metade das vítimas perdeu a vida em despistes. Colisões e atropelamentos explicaram, cada um, cerca de um quarto das mortes registadas. A faixa etária variou entre 20 e 88 anos.

Repartição por forças e zonas

Vinte e oito óbitos ocorreram em vias sob responsabilidade da GNR, incluindo auto-estradas, enquanto 10 ocorreram em centros urbanos, fiscalizados pela PSP. Aveiro e Lisboa lideraram com 7 mortes cada; Braga teve 5.

Durante a operação, as forças fiscalizaram mais de 52 mil infrações. A maioria foi por excesso de velocidade (30.014). Também houve 3625 veículos sem inspeção e 1121 sem seguro.

Quase dois mil condutores estavam com excesso de álcool ao volante, e 1102 apresentavam taxa igual ou superior a 1,2 g/L, configurando crime em muitos casos.

No total, PSP e GNR estiveram a vigiar mais de 158 mil veículos de forma presencial, uma redução de 11% face às festividades de 2024/2025.

fontes: Lusa

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