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Operação Natal/Ano Novo 2025/2026: 13 mortos em 1.2 mil acidentes com GNR

Terceira fase da operação Natal e Ano Novo da GNR regista treze mortos em 1.237 acidentes, com 63.904 condutores fiscalizados e 8.026 contraordenações

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Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”: 13 mortos em mais de 1 200 acidentes nas estradas fiscalizadas pela GNR
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  • Treze pessoas morreram e houve 1.237 acidentes na terceira fase da Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026” da Guarda Nacional Republicana, entre 27 de dezembro e 2 de janeiro.
  • Ao todo, foram fiscalizados 63.904 condutores; 806 conduziam com álcool acima do permitido e 359 foram detidos por álcool igual ou superior a 1,2 g/L.
  • Foram detidos 126 condutores por falta de habilitação para conduzir.
  • Registaram-se 8.026 contraordenações, destacando-se: excesso de velocidade (1.260), condução sob o efeito do álcool (447), falta ou incorreta utilização do cinto e sistemas de retenção (206), uso indevido do telemóvel (182), falta de inspeção periódica obrigatória (1.200) e ausência de seguro obrigatório (342).
  • Entre as vítimas houve despistes, colisões e atropelamentos em várias regiões, incluindo um despiste na EN230, em Águeda, que vitimou um jovem de 20 anos, no dia 30 de dezembro. A GNR mantém a fiscalização focada em álcool, velocidade, telemóvel, cinto, inspeção, seguro e manobras para reduzir a sinistralidade.

Na fase central da operação de fim de ano “Natal e Ano Novo 2025/2026”, a Guarda Nacional Republicana (GNR) divulgou dados sobre fiscalização rodoviária e sinistralidade. Entre a meia-noite de 27 de dezembro e as 23h59 de 2 de janeiro, ocorreram 1 237 acidentes em todo o território nacional. Desse total, resultaram 13 mortos, 31 feridos graves e 329 feridos leves, no conjunto das estradas sob vigilância.

Foram fiscalizados 63 904 condutores. Desses, 806 conduziam com taxa de álcool acima do permitido. Foram detidos 359 condutores por alcoolemia igual ou superior a 1,2 g/l. Também houve 126 detenções por falta de habilitação legal para conduzir.

Ao todo, a GNR registou 8 026 contraordenações. Entre as infrações mais frequentes destacam-se 1 260 por excesso de velocidade, 447 por condução sob o efeito do álcool, 206 por falta ou incorreta utilização de cinto de segurança e sistemas de retenção para crianças, 182 por uso indevido do telemóvel, 1 200 por falta de inspeção periódica obrigatória e 342 por ausência de seguro obrigatório.

Nomes e lugares-chave

Entre os casos mais graves, constam um despiste na EN230, em Águeda (Aveiro), a 30 de dezembro, que vitimou mortalmente um jovem de 20 anos. Também houve atropelamentos em várias estradas nacionais e autoestradas nos distritos de Lisboa, Braga, Faro e Aveiro.

A GNR sublinha que continuará a fazer fiscalização intensiva da condução sob álcool ou substâncias, do excesso de velocidade, do telemóvel ao volante, do uso adequado de cintos e de sistemas de retenção para crianças, bem como da inspeção periódica e do seguro obrigatório, com vista a reduzir a sinistralidade.

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