- Cerca de cinco centenas de pessoas manifestaram-se em Lisboa por aumentos salariais na administração pública.
- O protesto ocorreu após a não resposta do Ministério das Finanças às reivindicações da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.
- O coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, responsabiliza o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, pela falta de resposta.
- A Frente Comum entregou, a 14 de janeiro, um pedido de negociação intercalar e ainda não recebeu resposta, segundo os organizadores.
Cerca de 500 pessoas participaram numa manifestação em Lisboa, exigindo aumentos salariais para a administração pública. O protesto aconteceu após a não resposta do Ministério das Finanças às reivindicações da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.
O coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, responsabilizou o ministro das Finanças pela situação. O grupo afirmou ter entregue, no dia 14 de janeiro, um pedido de negociação intercalar ao Governo, sem obter resposta até ao momento.
O reiterar da manifestação ocorreu hoje, 13 de março, com os manifestantes a avançarem para o local onde se situa o Ministério das Finanças, em Lisboa. A Frente Comum diz que a ausência de resposta justifica o protesto de hoje.
Pedido de negociação
Os sindicatos defendem a abertura de negociação intercalar para discutir aumentos salariais e condições de trabalho na Administração Pública. A ausência de resposta, segundo a Frente Comum, tem sido persistente desde a entrega do pedido inicial.
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