- O ministro da Presidência afirmou que o Governo não vai fechar a porta ao diálogo na revisão da legislação laboral.
- Não houve compromisso de prazos para terminar o processo na concertação social.
- Leitão Amaro destacou reformas em várias áreas, incluindo redução de impostos, mudança na lei de imigração e habitação pública.
- A CGTP foi mencionada no contexto de ser convidada para a próxima reunião de parceiros sociais, com críticas sobre o contributo de alguns intervenientes.
- A concertação social já decorre há oito meses, com variações no nível de proatividade dos parceiros presentes.
O ministro da Presidência afirmou que o Governo não fechará a porta ao diálogo na revisão da legislação laboral, sem estabelecer um prazo para terminar o processo na concertação social. A declaração ocorreu após a reunião do Conselho de Ministros.
Entre as medidas aprovadas pelo Executivo destacam-se intervenções na área da habitação, consideradas pelo Governo como reformas importantes. O tema da lei laboral foi colocado em segundo plano durante a conferência de imprensa.
António Leitão Amaro reforçou que a concertação social já decorre há oito meses e que devem ser avaliadas as contribuições dos diferentes parceiros à mesa. A CGTP foi mencionada na resposta sobre a sua participação na próxima reunião.
Diálogo com os parceiros sociais
O ministro admitiu que não pretende impor um prazo que possa perturbar o trabalho em curso, enfatizando a importância de um diálogo ativo para promover reformas. Questionado sobre a participação da CGTP, reiterou que a posição dos diferentes parceiros será analisada à luz de uma eventual contribuição para um acordo equilibrado.
A interlocução social tem, segundo o governo, contribuído para o avanço de reformas que integram a lei laboral, embora haja divergências entre os agentes envolvidos. O objetivo apresentado é alcançar uma reforma que melhore o funcionamento do mercado de trabalho.
Perspetivas futuras
Não foi divulgado um calendário fechado para a conclusão do processo, mantendo o foco na continuidade do diálogo. O Governo afirma manter o compromisso com mudanças estruturais, sem fechar portas a negociações futuras com os parceiros sociais.
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