- A UGT diz que o regresso às negociações depende do Governo, que ainda não convocou nova ronda.
- O secretário-geral, Mário Mourão, garante que a central está disponível para negociar, apesar de considerar a reforma laboral apresentada pelo Governo insuficiente.
- Mourão aponta que mais de 60 artigos do pacote foram consensualizados ao longo do processo negocial.
- As linhas vermelhas da UGT — bancos de horas, contratos a termo e outsourcing — mantêm-se inalteradas caso não haja acordo.
- A UGT não sabe se haverá nova reunião; afirma que continua à mesa, cabendo ao Primeiro-Ministro decidir se o Governo continua ou não na negociação.
O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, disse à RTP que a central está disponível para negociar, mas considera a proposta de reforma laboral do Governo insuficiente, mantendo as linhas mestras intocáveis.
Mourão indicou que mais de 60 artigos do pacote laboral já foram consensualizados ao longo das negociações, porém mantém as linhas vermelhas: bancos de horas, contratos a termo e outsourcing, destacando que, sem acordo, nenhuma das partes pode ceder sozinho.
Questionado sobre novas negociações, Mourão não sabe se o Governo vai convocar mais uma ronda após a reunião técnica de segunda-feira, dizendo não ter recebido qualquer sinal de nova reunião.
A UGT afirma manter-se à mesa e espera um desfecho pelo Presidente do Conselho de Ministros, que deve decidir se o Governo continua ou recua nas negociações do pacote laboral.
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