- A CGTP pediu uma reunião urgente com o Presidente da República, António José Seguro, para apresentar a sua profunda preocupação com o pacote laboral do Governo.
- A central sustenta que o pacote não atende às necessidades dos trabalhadores e não garante a criação de emprego digno e de qualidade.
- Exige que o Presidente exerça as suas funções de garantidor da Constituição e dos direitos dos cidadãos.
- Alerta que não aceitará imposições que prejudiquem os direitos dos trabalhadores nem imponham medidas que ponham em causa a democracia e o Estado de Direito.
- Reafirma a disponibilidade para dialogar e encontrar soluções que atendam aos interesses dos trabalhadores e do país.
A CGTP pediu nesta quarta-feira, 11 de março, uma reunião urgente com o Presidente da República, António José Seguro, para apresentar a sua profunda preocupação face ao pacote laboral do Governo. O objetivo é esclarecer impactos e opções dos trabalhadores.
A central sindical sustenta que o pacote não satisfaz as necessidades dos trabalhadores e das suas famílias e não garante a criação de emprego digno e de qualidade. A CGTP aponta para possíveis efeitos no actual mercado de trabalho.
O pedido visa que o Presidente exerça as suas funções de garantidor da Constituição e dos direitos dos cidadãos, conforme o texto que sustenta o pedido da CGTP.
A organização avisa que não aceitará qualquer imposição que prejudique os direitos dos trabalhadores ou que possa colocar em causa a democracia e o Estado de Direito. O diálogo é visto como essencial.
A CGTP reitera a disponibilidade para dialogar e procurar soluções que beneficiem os trabalhadores e o país, sem prejudicar as garantias constitucionais.
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