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Ministra do Trabalho diz que CGTP se afastou das negociações da reforma laboral

A ministra do Trabalho afirma que a CGTP se auto afastou das negociações da reforma laboral, mantendo o Governo a abertura à concertação

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Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social
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  • A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, afirmou que a CGTP se auto afastou das negociações da reforma laboral, ao contrário da UGT.
  • A CGTP convocou um protesto para esta tarde em Lisboa, com entrega de um abaixo-assinado para exigir a retirada do pacote laboral.
  • O Governo assegurou que a concertação social deverá decorrer em breve, após ter sido adiada a pedido de alguns parceiros.
  • O adiamento da reunião prevista para 14 de janeiro deveu-se, em parte, às atenções do país voltadas para as eleições, além de pedidos de vários parceiros e de reuniões bilaterais em curso.
  • A proposta Trabalho XXI, apresentada a 24 de julho de 2025, foi rejeitada pelas centrais sindicais, enquanto as confederações empresariais consideram haver espaço para melhorias; as medidas abrangem parentalidade, despedimentos, prazos de contratos e serviços mínimos em setores específicos.

Rosário Palma Ramalho, ministra do Trabalho, disse hoje que a CGTP se auto afastou das negociações da reforma laboral, ao contrário da UGT. A ministra falava a jornalistas, à margem de uma conferência em Lisboa.

A CGTP convocou um protesto para esta tarde, com trabalhadores de norte a sul, terminando com a entrega de um abaixo-assinado para exigir a retirada do pacote laboral. A UGT mantém participação nas negociações e espera clarificações.

A reunião da concertação social, inicialmente marcada para 14 de janeiro, foi adiada por pedido de vários parceiros. A ministra admite que as atenções estão voltadas para as eleições presidenciais, o que torna as reuniões menos oportunas. Avança ainda que o Governo pretende marcar a reunião proximamente.

Contexto da reforma Trabalho XXI

A proposta, apresentada em 24 de julho de 2025 pelo Governo, já recebeu críticas duras das centrais sindicais, que a consideram um ataque aos direitos dos trabalhadores. As confederações empresariais, pelo contrário, reconhecem mérito e apontam espaço para melhorias. As medidas abrangem parentalidade, despedimentos, prazos de contratos e serviços mínimos.

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