- Mais de cem mil pessoas subscreveram a petição promovida pela CGTP contra o pacote laboral do Governo.
- A central sindical afirma tratar-se de uma das maiores recolhas de assinaturas já alcançadas.
- A reunião com o primeiro-ministro foi adiada pela segunda vez.
- Tiago Oliveira apela à participação hoje na manifestação de rejeição à proposta do Executivo para as leis do trabalho, marcada para as 14h30 na praça Luís de Camões.
- O protesto termina com uma grande concentração em frente ao Parlamento, à semelhança da greve geral de 11 de dezembro.
Mais de 100 mil pessoas subscreveram a petição promovida pela CGTP contra o pacote laboral do Governo. A central sindical aponta tratar-se de uma das maiores recolhas de assinaturas já efetuadas, conforme o secretário-geral da CGTP.
Tiago Oliveira apela à participação na concentração de rejeição, hoje, às 14h30, na Praça Luís de Camões. O protesto prevê uma grande concentração em frente ao Parlamento, com o mesmo formato da greve geral de 11 de dezembro.
A reunião com o primeiro-ministro foi adiada pela segunda vez, mantendo o Governo sem calendário definido para debater o pacote laboral. A CGTP considera o adiamento como atraso no processo de diálogo com os sindicatos.
Detalhes da mobilização
A manifestação está organizada pela CGTP e envolve diversos setores laborais que contestam as propostas do Executivo. O objetivo é mostrar oposição ao pacote laboral e exigir mecanismos de negociação com as dirigentes sindicais.
O percurso previsto inclui a concentração na praça, seguimento até ao Parlamento e uma intervenção simbólica para destacar as reivindicações dos trabalhadores, segundo a organização.
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