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Castro Almeida: municípios ainda não avaliaram nenhuma casa

Ministro da Economia aponta grande disparidade entre municípios na avaliação de casas destruídas; 13 concluíram os processos, outros ainda não avaliaram nenhuma casa

Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial
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  • São 13 municípios que já concluíram todos os processos de verificação e vistoria das casas destruídas, com as decisões finalizadas (pagamento ou indeferimento).
  • Outros 10 municípios já ultrapassaram a avaliação de 90% dos pedidos de apoio.
  • Existem exemplos de municípios que aceleraram o processamento, mas também casos em que algumas entidades ainda não avaliaram nenhuma casa.
  • O ministro pediu às seguradoras que façam adiantamentos por conta dos valores que vierem a ser apurados.
  • Entre o final de janeiro e o início de março registaram-se pelo menos 19 mortes em Portugal, associadas às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e prejuízos de milhares de milhões de euros.

O ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou que 13 municípios já concluíram todos os processos de verificação e vistoria das casas destruídas pelas tempestades deste ano. A declaração teve lugar no Parlamento, nesta sexta-feira, e descreve o estado atual das indemnizações.

Segundo o ministro, houve uma grande disparidade entre os municípios na avaliação das habitações afetadas. Enquanto 13 distritos terminaram o processo, outros ainda não avaliaram nenhuma casa, o que evidencia diferenças de ritmo entre as autoridades locais.

Há casos em que municípios já concluíram milhares de processos, com as casas pagas ou indeferidas. Contudo, existem locais com desempenho muito mais lento, e alguns ainda não iniciaram as avaliações.

Desafios na avaliação das casas

Castro Almeida também mencionou que há 10 municípios com mais de 90% dos pedidos avaliados, mas o atraso persiste noutros. O ministro referiu ainda a possibilidade de conversar com as seguradoras para obter adiantamentos por conta dos valores que venham a ser apurados.

Entre os dados regionais, as tempestades entre janeiro e fevereiro causaram 19 mortes, centenas de feridos e desalojados em Portugal. As zonas mais afetadas foram o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e o Alentejo, com danos significativos a casas, empresas e infraestruturas.

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