- O balanço de mortes subiu para 45, com Luanda a registar 13 óbitos, cinco desaparecidos e um ferido, e Benguela a indicar 26 mortos e 15 feridos.
- Foram afetadas 51.275 pessoas, com 9.511 casas inundadas, 607 desabadas e a destruição de 23 escolas, cinco centros de saúde e 56 postes elétricos; ocorreram 35 deslizamentos de ravinas.
- As autoridades indicam normalidade da situação e avançam com ações multissectoriais, incluindo sucção de águas, apoio alimentar, fornecimento de água potável, saneamento básico, distribuição de vestuário e vigilância epidemiológica.
- Além de Luanda e Benguela, o Governo da Província do Cuanza Sul registou quatro mortes, e a Proteção Civil de Malanje divulgou dois óbitos.
- O presidente João Lourenço expressou preocupação com os estragos e afirmou que as autoridades trabalham para localizar e resgatar os desaparecidos, apresentando condolências às famílias.
O número de mortos provocados pelas chuvas em Angola subiu para 45, segundo o Serviço de Proteção Civil e Bombeiros. O balanço foi atualizado a partir de dados das províncias de Luanda e Benguela.
Em Luanda, foram registados 13 óbitos, 5 desaparecidos e 1 ferido. Em Benguela, o total aponta para 26 mortos e 15 feridos. Entre ambos os territórios, há ainda 51.275 pessoas afetadas.
A síntese do balanço aponta para 9.511 casas inundadas, 607 desabadas e a destruição de 23 escolas, 5 centros de saúde e 56 postes elétricos. O deslizamento de 35 ravinas também foi registrado.
Balanço por províncias
Além de Luanda e Benguela, o Governo da Província do Cuanza Sul reportou 4 mortes, enquanto Malange indica 2 óbitos.
Ações em curso
O Serviço de Proteção Civil e Bombeiros afirma que a situação está estável e em normalização. Estão a decorrer operações de sucção de águas, apoio alimentar e fornecimento de água potável.
Apoio às populações
Medidas de saneamento básico, distribuição de vestuário e reforço da vigilância epidemiológica estão a ser implementadas junto das populações afetadas.
Envolvimento do Governo
O Presidente João Lourenço manifestou preocupação com os estragos e assegurou apoio máximo do Executivo, numa corrida contra o tempo para localizar e resgatar desaparecidos, mantendo condolências às famílias enlutadas.
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