- Chipre foi colocado em alerta vermelho devido às poeiras do Saara que cobrem o país.
- Dados do Departamento de Inspeção do Trabalho indicam níveis de poeira muito acima do normal.
- Peritos apelam aos grupos vulneráveis para limitarem a exposição, evitando movimentos desnecessários ao ar livre até o fenómeno desaparecer.
- Recomendada a suspensão temporária de trabalhos ao ar livre até melhoria das condições atmosféricas; o Serviço de Meteorologia emitiu aviso de emergência para o episódio intenso, que se espera manter até ao início da manhã de sábado.
- O Ministério da Educação determinou medidas para as escolas: alunos e staff devem ficar no interior, as salas devem permanecer fechadas e as janelas não devem ser abertas, com movimentos internos restritos e atenção especial a pessoas com problemas respiratórios.
O Saara voltou a enviar poeiras que cobriram Chipre, levando o país a emitir um alerta vermelho. A intensificação da contaminação é atribuída ao episódio atmosférico de poeiras. A situação levou autoridades a advertir sobre os riscos para a saúde pública.
Dados do Departamento de Inspeção do Trabalho indicam que os níveis de poeira excederam significativamente os valores habituais. A concentração de micropartículas é elevada e preocupa sobretudo grupos vulneráveis.
Peritos recomendam que quem pertence a grupos sensíveis reduza a exposição ao ar livre e evite movimentos desnecessários. O objetivo é minimizar impactos na saúde enquanto o fenómeno persiste.
Foi também sugerida a suspensão temporária de atividades ao ar livre, até melhoria das condições atmosféricas. O Departamento de Meteorologia emitiu um aviso de emergência para o episódio intenso.
O fenómeno, que começou nas primeiras horas desta sexta-feira, deve manter-se até ao início da manhã de sábado, segundo previsões oficiais. A duração pode variar conforme as condições meteorológicas.
Medidas e autoridades
O Ministério da Educação divulgou instruções para as escolas acerca de proteção da qualidade do ar. O chefe do Gabinete de Defesa Civil, Segurança e Saúde, Elias Markatzis, pediu que alunos e docentes permaneçam no interior dos edifícios.
As salas devem permanecer fechadas e as janelas mantidas fechadas, com circulação restrita dentro das escolas. Atenção especial é dada a pessoas com problemas respiratórios e a outras categorias vulneráveis.
Entre na conversa da comunidade