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Família pode ser retirada de casa após derrocada na Madeira

Autarca diz não haver risco imediato, mas deslocação da família pode ser necessária por precaução após derrocada no Curral das Freiras, Madeira

Família pode ser retirada de casa devido a grande derrocada na Madeira
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  • Uma derrocada de grandes dimensões ocorreu esta sexta-feira numa vertente do Seara Velha, no Curral das Freiras, concelho de Câmara de Lobos, Madeira.
  • Pode ser necessária a retirada de uma família da habitação por precaução; a casa não está de momento em risco, segundo o presidente da Câmara, Celso Bettencourt.
  • Não houve vítimas nem danos em habitações; o leito da Ribeira dos Socorridos ficou parcialmente obstruído, sem impedir a passagem de água.
  • O Laboratório Regional de Engenharia Civil e a Hidráulica estão a avaliar a situação; o Serviço Regional de Proteção Civil prepara possível reforço das operações.
  • A situação está acautelada, com a junta de freguesia e o serviço municipal de proteção civil a atuar; o presidente do SRPC, Richard Marques, indicou que está sob monitorização.

Uma família pode ser retirada da habitação onde reside no Curral das Freiras, Câmara de Lobos, devido a uma derrocada de grandes dimensões ocorrida hoje na freguesia, no interior da Madeira. A decisão depende de uma avaliação técnica em curso.

O presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, Celso Bettencourt, explicou à Lusa que a casa não está neste momento em risco, mas poderá ser necessária a deslocação da família para outro local por precaução. A avaliação está a cargo dos serviços competentes.

A derrocada ocorreu numa vertente da Seara Velha, sem registo de vítimas ou danos em habitações. O leito da Ribeira dos Socorridos ficou parcialmente obstruído, mas a passagem de água permanece assegurada.

O Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira indicou estar preparado para reforçar as operações, se necessário. A avaliação de risco está a ser conduzida pelo Laboratório Regional de Engenharia Civil e pela Hidráulica, entidades técnicas envolvidas no estudo.

Richard Marques, presidente do Serviço Regional de Proteção Civil, afirmou que a situação está devidamente acautelada. O foco atual é manter as pessoas informadas e monitorizar a evolução do risco de derrocada.

A Junta de Freguesia tem acompanhado o caso, bem como o serviço municipal de proteção civil. Autoridades destacam que, neste momento, o impacto não exige medidas de maior alarme, mas mantêm vigilância constante.

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