- O presidente da RTP lamentou que o episódio Sex Symbols tenha incomodado alguns espectadores, dizendo que não é opção da estação criar desconforto em temas sensíveis.
- O episódio aborda temas como transgénero, bem como ciberbullying, gravidez, consentimento, relações tóxicas e gestão emocional, entre outros, sendo dirigido a pré-adolescentes e adolescentes.
- A série estreou na RTP a quatro de abril de dois mil e vinte e cinco e tem emissão semanal aos domingos, por volta das 19 horas.
- A produção é originalmente espanhola, com apoio da Bélgica, e contou com o projeto EdSex, da Espanha, financiado pela União Europeia.
- O estudo Saved Children, que serviu de premissa, ouviu 1.753 adolescentes, destacando uma preocupante falta de informação entre jovens sobre estas matérias.
A RTP vê com preocupação as reacções geradas por um episódio da série exibida na RTP2 e disponível na RTP Play, que aborda temas como ciberbullying, gravidez, relações e sexualidade. A administração da estação assume que não é da sua orientação criar desconforto entre os espetadores em matérias sensíveis.
O presidente da RTP, Nicolau Santos, disse que o cenário é sensível e que a emissão não foi pensada para incomodar o público. Foi referido que houve reações significativas, designadamente por parte de um deputado, que se sentiu incomodado com o conteúdo apresentado.
A série, intitulada Sex Symbols, estreou na RTP a 4 de abril de 2025 e tem vindo a ser emitida aos domingos, no final da tarde, por volta das 19h. A produção é originalmente espanhola, com envolvimento de Bélgica, e conta com apoio de projetos europeus, incluindo EdSex, financiado pela União Europeia.
Segundo a RTP, o programa não é uma produção infantil, e está orientado para pré-adolescentes e adolescentes. A emissão baseia-se em um estudo que envolveu 1.753 adolescentes, que aponta lacunas na informação disponível entre os jovens sobre estes temas e uma clara confusão que pode ter consequências.
Contexto e objetivos da série
A produção aborda em síntese temas relevantes como consentimento, gestão emocional, mútua percepção de identidade e relações tóxicas, associando-os a exemplos práticos que ajudam a esclarecer dúvidas que surgem entre jovens. O projeto assenta em uma premissa educativa para reunir informação e diálogo responsável.
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