Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Airbus na VivaTech revela sensores quânticos e IA que transformam a aviação

Airbus testa sensores quânticos e IA para voos mais seguros em aeroportos congestionados, com navegação alternativa ao GPS

Jonathan Rigaud, responsável pelo projeto demonstração Optimate da Airbus
0:00
Carregando...
0:00
  • A Airbus está a testar tecnologias como IA, deteção quântica e fusão de dados para voar em ambientes cada vez mais densos e com aeroportos congestionados.
  • O projeto Optimate tem três objetivos principais: proteger a rota, optimizar operações e apoiar pilotos em condições de visibilidade reduzida.
  • A experiência inclui radar, LiDAR, câmaras, visão computacional e IA para detetar obstáculos e melhorar a circulação em terra antes da descolagem.
  • A empresa já realizou mais de quatrocentas horas de testes em aeroportos complexos como o Paris Charles de Gaulle, com largas áreas de taxiagem.
  • A Airbus investiga navegação não dependente de GPS, recorrendo a deteção quântica, navegação visual em terra e fusão de dados entre vários sensores, mantendo os pilotos no controlo das decisões.

À medida que a procura por viagens aéreas aumenta, a Airbus testa tecnologias que podem mudar a circulação de aviões em espaços cada vez mais congestionados. Os primeiros resultados apontam para ganhos em segurança, eficiência e gestão do tráfego.

A empresa aponta que o número de aeronaves em voo pode duplicar nas próximas duas décadas, enquanto a infraestrutura aeroportuária não acompanha o ritmo. O desafio é operar em ambientes mais lotados e imprevisíveis devido ao clima.

Jonathan Rigaud, responsável pelo projeto de demonstração Optimate, descreve o sistema como uma plataforma de automação inteligente que usa IA, deteção quântica e fusão de dados de sensores. O objetivo é melhorar a proteção de rotas, operações e suporte aos pilotos.

O Optimate prioriza três linhas de atuação: melhorar a previsibilidade dos voos, ampliar a segurança e facilitar condições de visibilidade reduzida. O projeto também foca a circulação em terra, aguardando melhorias nas taxiways.

A Airbus testa radar, LiDAR, câmaras e visão computacional para detetar obstáculos e riscos. A IA ajuda a distinguir entre obstáculos conhecidos e evitáveis, reduzindo incertezas na manobra. A cooperação entre aviões, companhias e controladores é fortalecida.

Navegação sem depender de GPS

Outra frente envolve navegação que não depende de um único sistema. O GPS pode ficar indisponível por motivos geopolíticos ou interferência. A Airbus investiga deteção quântica, navegação visual no terreno e fusão de dados para redundância.

Rigaud explica que a navegação por sistemas inerciais já está disponível, mas a fusão de sensores aumenta a fiabilidade. A equipa considera que pilotos continuarão a decidir, com a automação a fornecer informação mais completa.

A empresa já realizou mais de 400 horas de ensaios em aeroportos complexos, incluindo o Charles de Gaulle, que tem uma extensa rede de taxiways. Os testes ajudam a identificar funções que poderão integrar aeronaves atuais ou futuras.

O objetivo é reduzir o tempo de rolagem em terra, melhorar a escolha de trajetórias de taxi e poupar combustível. O grupo afirma procurar o equilíbrio entre automação e decisão humana para voos mais seguros e previsíveis.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais