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Apple abre no Brasil: iPhone passa a permitir lojas de apps concorrentes

Apple permite lojas de apps e pagamentos de terceiros no iPhone brasileiro, após acordo com CADE, com redução de comissões e salvaguardas de segurança

Depois da União Europeia, Japão e Coreia do Sul, a Apple foi obrigada a permitir a instalação de aplicações a partr de outras fontes que não a App Store no Brasil
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  • A Apple chegou a um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Económica (CADE) no Brasil, encerrando uma disputa iniciada em 2022.
  • A partir da atualização iOS 26,5, utilizadores brasileiros passam a ter acesso a lojas de aplicações alternativas e a novos métodos de pagamento fora do controlo direto da Apple.
  • Os programadores passam a poder distribuir aplicações através de mercados alternativos autorizados e usar pagamentos de terceiros ou encaminhar clientes para páginas externas para concluir transações.
  • A comissão máxima da App Store desce de 30% para 21%, com possibilidade de ficar em 10% para pequenas empresas e parceiros específicos; no entanto, as lojas concorrentes ainda precisam de aprovação prévia e cumprir requisitos contínuos.
  • A Apple alerta para riscos de malware, fraude, privacidade e segurança, implementando mecanismos de verificação de aplicações e limitações em ligações externas e pagamentos para menores de 18 anos; não haverá reembolsos de compras feitas fora da plataforma.
  • O Brasil passa a integrar o grupo de territórios onde a Apple foi obrigada a ceder controlo sobre o ecossistema, juntando-se à União Europeia, Japão e Coreia do Sul.

Apple cede no Brasil e permite lojas de aplicações concorrentes no iPhone. O acordo com o CADE levou à mudança, que passa a vigorar com a atualização iOS 26.5. Utilizadores brasileiros passarão a ter acesso a lojas alternativas e a métodos de pagamento fora da App Store.

O confronto teve início em 2022, quando o Mercado Livre apresentou uma queixa formal, acusando a Apple de abuso de monopólio na distribuição de aplicações e de impor barreiras a concorrentes. O acionamento terminou com um acordo que discute liberdades de distribuição.

A empresa confirmou a mudança nesta quinta-feira, em comunicado oficial. A decisão implica que programadores possam distribuir apps através de mercados autorizados e integrar pagamentos de terceiros, bem como encaminhar clientes para sites externos para concluir transações.

Condições e medidas de proteção

As taxas da App Store também diminuem, com a comissão máxima a bens digitais a descer de 30% para 21%, podendo chegar a 10% para pequenas empresas e parceiros específicos. Contudo, lojas concorrentes requerem aprovação prévia e cumprem requisitos contínuos.

A Apple alerta para riscos, incluindo malware, fraude e questões de privacidade. Foram introduzidos mecanismos de verificação de aplicações e limitações em ligações externas e pagamentos para menores de 18 anos, com regras rigorosas para reembolsos.

Este movimento coloca o Brasil numa posição semelhante à da União Europeia, ao Japão e à Coreia do Sul, onde a Apple já teve de abrir o ecossistema a terceiros. A implementação depende da atualização iOS 26.5.

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