- Paris abre a VivaTech 2026 com foco em inteligência artificial e soberania tecnológica, dando início à conferência com a presença de figuras como Jeff Bezos e Yann LeCun.
- Este ano a VivaTech comemora dez anos e, pela primeira vez, é gratuito ao público no domingo, transformando os Campos Elísios numa montra de robôs e inovação.
- A edição mudou de nome, passando de Viva Technology para VivaTech, para refletir a construção de uma comunidade global de empreendedores, startups e estudantes.
- O evento destaca temas como IA, ética, cibersegurança, mobilidade, saúde, longevidade e tecnologia verde, com a Alemanha em destaque e a Índia como país parceiro da IA.
- O European Centre for AI Excellence terá um dia dedicado, enquanto a Euronews moderará painéis e acompanhará as novidades da conferência.
Paris abre as portas à VivaTech 2026, conferência tecnológica que começa nesta quarta-feira nos Campos Elísios. O evento celebra o 10º aniversário e foca IA, soberania tecnológica e inovação.
Entre os nomes de destaque estão Jeff Bezos e Yann LeCun, bem como Bernard Arnault. A agenda inclui debates sobre ética, cibersegurança, mobilidade e saúde, com a presença de líderes empresariais e políticos.
O fim de semana é aberto ao público: sábado e domingo há espaço para explorar o espaço expositivo, com robótica e demonstrações de mobilidade. O evento mudou de nome para refletir a comunidade criada ao longo da década.
Principais temas e participantes
Ao longo de quatro dias, a VivaTech aborda IA, ética, cibersegurança, mobilidade, saúde e tecnologia verde. A Alemanha é o país em destaque; a Índia é parceira na área de IA.
Responsáveis políticos confirmam presença, incluindo o presidente francês Emmanuel Macron, o ministro alemão do Digital, Narendra Modi e Henna Virkkunen, comissária europeia. A programação prevê painéis e debates estratégicos.
Haverá um dia dedicado ao European Centre for AI Excellence, em parceria com o Fórum Económico Mundial. A Euronews moderará sessões e haverá painéis com Delphine Viguier-Hovasse (L’Oréal) e Pauline Adam-Kalfon (PwC).
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