- O movimento Bora levou debates sobre polarização a nove escolas secundárias, com temas como imigração, cultura de cancelamento, liberdade de expressão, privacidade online, redes sociais e algoritmo, que serão partilhados nas plataformas digitais.
- Bruno Gonçalves, socialista, afirma que o mais importante é ter a habilidade de conversar e critica que as redes sociais incentivam respostas rápidas em vez de reflexão com dados.
- A degradação do diálogo é associada à forma como o espaço público cede a pressões externas.
- A notícia cita ainda um podcast relacionado, que analisa o impacto do politicamente correto nas redes sociais.
O movimento Bora promoveu debates em nove escolas secundárias sobre a polarização de temas como imigração, cultura de cancelamento, liberdade de expressão, privacidade online e o funcionamento das redes sociais e do algoritmo. Os encontros vão ser partilhados em breve nas plataformas digitais.
Bruno Gonçalves, dirigente socialista, destaca que o essencial é a capacidade de conversar. As redes sociais, afirma, retiraram esse tempo de reflexão, levando quem não quer escrever um comentário com dados a responder rapidamente com o que julga desprezível naquela ideia, pessoa ou vídeo.
Para o político, a degradação do diálogo está associada ao espaço público que cede a pressões externas, dificultando o debate aberto e fundamentado entre cidadãos.
Este conjunto de debates surge numa altura em que a participação cívica é debatida por investigadores e docentes, com o objetivo de promover uma cultura de diálogo mais saudável entre diferentes perspetivas. Fonte: Público.
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