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Meta defende supervisão parental de jovens nas redes sociais

Meta defende supervisão parental das contas de adolescentes, com ferramentas que limitam contactos e tempo de uso, mantendo salvaguardas de privacidade

Meta
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  • A Meta defende a supervisão parental das contas de utilizadores adolescentes e afirma que isso não é uma transferência de responsabilidades.
  • Antigone Davis, diretora global de segurança, está em Portugal para apresentar ferramentas de proteção de menores, centradas na “conta de adolescentes” após um inquérito com pais (incluindo 1.500 em Portugal).
  • As contas permitem bloquear mensagens de desconhecidos, exigir aprovação para seguir o jovem, e desligar notificações durante a noite; além disso, conteúdos sensíveis são filtrados e ajustáveis pelos pais via palavras‑-chave.
  • As definições da conta só podem ser alteradas pelos pais; salvaguardas permitem ver com quem o filho troca mensagens e com que frequência, sem aceder ao conteúdo; anúncios são baseados em dados como geolocalização e idade, que não são guardados pela Meta.
  • Em Portugal, há consentimento parental via chave móvel digital; desde o lançamento, a Meta afirma que os jovens veem menos conteúdos prejudiciais, recebem menos contactos indesejados e passam menos tempo nas aplicações.

A Meta apresenta a supervisão parental como ferramenta central nas redes sociais para utilizadores adolescentes, defendendo que os pais devem ter controlo sobre o que os filhos veem e com quem se comunicam. A posição foi partilhada em Lisboa pela diretora global de segurança, Antigone Davis, durante uma visita a Portugal.

A iniciativa destaca a chamada Conta de Adolescentes, após um inquérito global que contou com 1500 participantes em Portugal. Os inquiridos apontaram como principais preocupações quem conversa com o jovem, o tipo de conteúdos consumidos e o tempo despendido nas plataformas.

Antigone Davis explicou que as contas impedem mensagens de desconhecidos, exigem a validação por parte do adolescente para seguir alguém e permitem desligar notificações durante a noite. O conteúdo sensível pode ser filtrado por palavras-chave, com opções de personalização pelos pais.

Contas de adolescente e salvaguardas

As definições da conta são geridas pelos pais, não pelo jovem, que pode restringir ainda mais o uso. A Meta posiciona os pais como referência no controlo parental, reconhecendo políticas globais para menores mas enfatizando a necessidade de saber o que é adequado para cada filho.

Para além disso, a supervisão parental envolve que os pais criem a conta ao entregar o telemóvel, indicando a idade do utilizador e as apps permitidas. Existem salvaguardas para proteger a privacidade, não mostrando conteúdos das mensagens, apenas com quem o jovem troca mensagens e com que frequência.

Regulação e contexto em Portugal

A Meta ressalta que anúncios não devem expor menores a conteúdos sensíveis, com base na geolocalização e idade. A empresa afirma não conservar dados que permitam esse tipo de segmentação; a verificação de idade fica a cargo dos pais na criação da conta.

Antigone Davis saudou a legislação portuguesa que prevê consentimento parental, por exemplo via chave móvel digital, para validação de utilizações em lojas de apps. A medida é apresentada como uma forma de facilitar um controlo esporádico sem exigir repetição constante de verificações.

Desde o lançamento das Contas de Adolescente, a Meta aponta quedas em conteúdos prejudiciais e em contactos indesejados, bem como menor tempo despendido nas plataformas. A responsável afirma que o objetivo é oferecer uma experiência segura, mesmo que implique menos tempo de utilização.

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