Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Japão: Woven City, cidade futurista onde robôs convivem com pessoas

A Woven City usa dados de interação humano‑máquina para sustentar maior segurança e orientar regulamentação de mobilidade autónoma

Toyota constrói cidade laboratório vivo para testar transporte do futuro
0:00
Carregando...
0:00
  • A Woven City é uma cidade experimental em construção no Japão, perto do monte Fuji, criada como laboratório para robótica, IA e transportes autónomos e sem emissões.
  • O complexo ocupa cerca de 47 000 metros quadrados e já tem os primeiros moradores a circular em ruas partilhadas com veículos autónomos, robôs de entrega e IA.
  • A Toyota desenvolve o projeto; o objetivo é trabalhar a mobilidade como infraestrutura social e recolher dados para tornar a circulação mais segura.
  • Cerca de 100 moradores, chamados “weavers”, já residem na primeira fase, com previsão de chegar a 2000 no total.
  • Quando concluída, a cidade terá cerca de 294 000 metros quadrados e um custo estimado de 10 mil milhões de dólares.

A cerca de Mount Fuji, no Japão, está a nascer a Woven City, uma cidade experimental que funciona como laboratório de robótica, IA e transportes autónomos. O objetivo é testar tecnologias sem emissões no quotidiano, em ambiente regulado.

O projeto é desenvolvido pela Toyota, numa área inicial de cerca de 47 000 m2. Já estão a circular pela cidade‑teste robôs de entrega, veículos autónomos e sistemas controlados por IA, em ruas partilhadas com moradores.

Cerca de 100 residentes, designados “weavers”, já vivem na primeira fase, com perspetiva de chegar aos 2000 no total. O local permite testar, com dados reais, a mobilidade integrada na infraestrutura social.

Reguladores enfrentam entraves no Japão para testes reais em vias públicas. O ambiente controlado da Woven City facilita demonstrações de segurança e eficiência para futuras regulamentações.

Os moradores interagem com protótipos domésticos, logística autónoma e serviços de mobilidade, que funcionam via passagens subterrâneas. Na superfície, há testes de IA de segurança e táxis voadores simulados.

Especialistas explicam que o município‑laboratório oferece um campo de prova real, permitindo adaptar soluções com base nos resultados obtidos junto da população.

Quando concluir, o complexo ocupará cerca de 294 000 m2, com custo estimado em 10 mil milhões de dólares (8,5 mil milhões de euros). As autoridades pretendem ampliar o conceito a uma escala maior.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais