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Suzuki Vitara estreia eletrificação com ADN 4×4

Suzuki lança o e Vitara, SUV elétrico com autonomia até 426 km e preço desde 31.239 euros, com tração integral AllGrip-e

O e Vitara tem um design poligonal, completamente diferente do Vitara com motor térmico
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  • A Suzuki lança o e Vitara, o primeiro modelo 100% eléctrico da marca, em Portugal e Espanha, com uma plataforma dedicada chamada Heartech-e.
  • O veículo usa baterias Blade da BYD (LFP) e chega em duas capacidades em Portugal: 49 kWh e 61 kWh, com versões dianteira de 106 kW (144 cv) ou 128 kW (174 cv).
  • A versão AllGrip-e oferece tracção integral com dois motores independentes (um em cada eixo), potência conjunta de 135 kW (184 cv) e 307 Nm de binário, permitindo 0 a 100 km/h em 7,4 segundos.
  • Em termos de autonomia, a Suzuki aponta até 426 quilómetros na versão 61 kWh AllGrip-e, ou 395 quilómetros para a variante AllGrip-e; o carregamento de 10% a 80% demora cerca de 45 minutos em DC, e até 11 kW em AC.
  • O preço começa nos 31.239 euros (versão S2 49 kWh) e chega aos 41.709 euros (S3 4WD com 61 kWh); o modelo já está disponível para encomenda na rede oficial.

A Suzuki revelou o seu primeiro modelo 100% elétrico, o e Vitara, apresentado junto a Madrid. O SUV utiliza uma plataforma dedicada chamada Heartech-e e visa oferecer tracção integral por meio do sistema AllGrip-e, com baterias Blade da BYD. O objetivo para o mercado ibérico é vender 300 unidades no primeiro ano, entre Portugal e Espanha.

O e Vitara nasce com design robusto e linhas geométricas, com assinatura luminosa de três pontos e jantes entre 18 e 19 polegadas. A proposta combina tecnologia hi-tech com a herança de durabilidade da marca, trazendo uma plataforma estável e centro de gravidade baixo.

Ao nível técnico, a Suzuki aposta numa base plana que alberga as baterias de forma protegida. Em Portugal, o modelo oferece duas opções de bateria: 49 kWh e 61 kWh. A versão básica tem 106 kW (144 cv); a intermédia entrega 128 kW (174 cv), ambas com tracção dianteira. A versão AllGrip-e atinge 135 kW (184 cv) e 307 Nm.

A variante AllGrip-e usa dois motores independentes em cada eixo, prometendo boa capacidade em off-road. A aceleração de 0 a 100 km/h fica nos 7,4 segundos para a versão mais potente, segundo dados oficiais da marca.

Durante o contacto com o veículo junto aos arredores de Madrid, o conjunto de tracção integral revelou potência estável e entrega progressiva. A direcção é direta, com sensibilidade suficiente para transmitir confiança nos primeiros quilómetros.

No handling em vias sinuosas, o comportamento mostrou previsibilidade. A suspensão privilegia o conforto urbano, com alguma dificuldade em controlar oscilações em estradas secundárias. O ruído aerodinâmico aumenta a velocidades elevadas em auto-estrada.

O interior aposta na robustez, com superfícies rígidas mas materiais estruturais de qualidade. Botões físicos para climatização mantêm a operação simples sem desviar a atenção. O espaço traseiro é generoso, mas o tejadilho pode ficar próximo em passageiros mais altos.

No campo tecnológico, o painel de instrumentos e o ecrã central têm 10 polegadas. O sistema de infoentretenimento revela design antigo e resposta lenta, mas compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay ajuda a contornar as limitações.

A autonomia anunciada situa-se entre 395 e 426 km, conforme versão. Na versão de tracção integral com 61 kWh, o máximo é de 426 km; com a configuração AllGrip-e, são 395 km, segundo dados oficiais.

Para carregamento, a Suzuki indica recuperação de 10% a 80% em 45 minutos com DC. Em AC, o carregador suporta até 11 kW. Estes tempos são competitivos, ainda que exijam planeamento em zonas com menor rede de carregamento.

Os preços variam entre 31 239 euros na versão S2 de 49 kWh e 41 709 euros na configuração S3 4WD com a maior bateria. Todas as versões incluem o sistema DSBS II, controlo de velocidade adaptativo e assistente de manutenção na faixa de rodagem, com equipamento de série amplo.

O e Vitara já está disponível para encomenda na rede oficial da Suzuki, com uma estratégia de preços agressiva face a rivais. O modelo marca o início de um novo capítulo eléctrico para a marca no mercado ibérico.

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