- A cortiça portuguesa foi usada na missão Artemis I em 2022 e voltou a ser essencial na Artemis II, para o isolamento térmico da nave Orion na viagem à Lua.
- A cortiça foi transformada num compósito designado P50, que protege estruturas críticas em temperaturas extremas durante o lançamento e a reentrada.
- A Corticeira Amorim explica que o P50 combina isolamento térmico, absorção de energia, flexibilidade para geometrias complexas e compatibilidade com sistemas compósitos avançados.
- A empresa destaca a fiabilidade da cortiça em ambientes exigentes enfrentados pelas missões Artemis I e Artemis II.
- No fim da missão, o comandante Reid Wiseman afirmou que não foi fácil, enquanto Victor Glover disse que ainda não processou tudo o que aconteceu.
A cortiça portuguesa voltou a acompanhar uma missão espacial, desta vez a Artemis II, na qual foi integrada como compósito P50 para o isolamento térmico da nave Orion durante a viagem à Lua. O material já tinha sido utilizado na Artemis I, em 2022.
O P50 reúne propriedades cruciais para ambientes extremos: isolamento térmico, absorção de energia sob esforço mecânico, flexibilidade para geometrias complexas e compatibilidade com sistemas compósitos avançados, segundo a Corticeira Amorim, fabricante do material.
A empresa portuguesa, com origem em 1870, destaca que a presença da cortiça nas missões Artemis I e Artemis II comprova a fiabilidade em condições desafiantes da engenharia aeroespacial.
Na conferência de imprensa em Houston, após o regresso à Terra, o comandante Reid Wiseman afirmou que a missão não foi fácil, enfatizando a satisfação de regressarem aos seus entes queridos. Victor Glover disse que ainda não conseguiu processar o que realizaram.
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