- Poesia visual para a era digital, de Silvestre Pestana, em exibição na Galeria Municipal do Porto.
- Silvestre Pestana, natural de Funchal e nascido em 1949, é apresentado como uma figura-chave da arte contemporânea portuense.
- O artista articula arte e tecnologia, explorando o cruzamento entre o real e o virtual e entre o humano e a técnica.
- Foi pioneiro na videoarte e nas artes digital e electrónica, utilizando as novas tecnologias como meios de criação e objeto de reflexão.
- A sua prática inclui também fotografia, néones e ações performativas, e remonta à Poesia Experimental Portuguesa dos anos sessenta.
Silvestre Pestana apresenta uma nova exposição na Galeria Municipal do Porto, reunindo poemas de arte e tecnologia na era digital. A mostra aposta numa poesia visual que cruza o real com o virtual, em foco crítico e inteligente.
O artista, natural do Funchal em 1949, tem uma postura híbrida que junta arte, tecnologia e corpo. Pestana é reconhecido pela sua prática pioneira em videoarte e nas artes digitais e eletrónicas.
A exposição evidencia uma trajetória que alargou as fronteiras da poesia experimental em Portugal, ao longo de décadas, mantendo-se relevante na reinterpretação de palavras e imagens através de tecnologias emergentes.
Sobre o artista
Pestana integrou os circuitos da Poesia Experimental Portuguesa dos anos 60, grupo criado no pós-guerra para reinventar a escrita. A prática continuou a evoluir, com ênfase na confluência entre artes visuais, sonoras e o tecnológico.
Ao longo da carreira, o artista tem utilizado fotografias, néones e ações performativas para criar poesias visuais que interpelam o espectador. A exposição amplia esse corpo de trabalho, com foco na relação homem-máquina.
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