- Por motivos profissionais, estive nas últimas semanas em várias cidades do sudeste asiático.
- A viagem incluiu visitas a grandes cidades da China, Coreia e Japão.
- A experiência oferece uma visão diferente do mundo, mesmo para quem conhece bem a Europa e os Estados Unidos.
- O tamanho dessas cidades e a forma como se desenvolvem e adoptam tecnologia parecem saídas de ficção científica.
- Regressar a Lisboa é apresentado como um regresso do futuro, em contraste com o velho mundo.
Por motivos profissionais, estive nas últimas semanas em várias cidades do sudeste asiático, incluindo China, Coreia do Sul e Japão. A viagem permitiu observar diferentes velocidades de desenvolvimento urbano.
As grandes cidades da região destacam-se pela dimensão e pela rapidez com que evoluem, principalmente na adoção de tecnologia. Crescem com infraestruturas modernas e planos ambiciosos de expansão.
Entre os exemplos que ficaram na memória surgem Tóquio, Xangai, Cantão, Shenzhen e Seul. Em cada uma, o ritmo de mudança é intenso e constante, com ambientes que se reinventam a cada década.
A observação aponta para uma diferença marcante em relação à Europa e aos Estados Unidos: a escala e a integração tecnológica são, para muitos efeitos, mais aceleradas.
Ao regressar a Lisboa, percebe-se um contraste claro entre o dinamismo asiático e o ritmo mais contido de algumas cidades ocidentais, especialmente no que toca a utilização de soluções digitais no tecido urbano.
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