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Deucalion: mudanças práticas na vida das pessoas, sem jargão

Governo aprova despesa de até 3,7 milhões de euros para manter o supercomputador Deucalion em Guimarães até 2029, fortalecendo indústria e soberania digital

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  • O último Conselho de Ministros aprovou uma despesa de até 3,7 milhões de euros para manter o supercomputador Deucalion em funcionamento até 2029, em Guimarães.
  • O objetivo não é pagar a máquina, mas assegurar o futuro tecnológico e a qualidade de vida, através de antecipar condições meteorológicas, testar hipóteses e acelerar diagnósticos.
  • Guimarães beneficia pela proximidade à Universidade do Minho e pela presença de uma cultura industrial que liga empresas a laboratórios, criando valor com o Deucalion.
  • O Governo reconhece Guimarães como prioridade nacional no desenvolvimento digital, apontando para mais exportações, empregos qualificados e soberania tecnológica.
  • O projeto fica em Azurém e reforça a ideia de que o futuro pode ser construído localmente, ligando empresas e pessoas e fortalecendo a inovação.

O último Conselho de Ministros aprovou uma resolução que autoriza uma despesa de até 3,7 milhões de euros para manter o funcionamento do supercomputador Deucalion, em Guimarães, até 2029. Não é um cheque para a máquina, é uma medida para não desprimar o futuro nacional.

O supercomputador serve para antecipar eventos climáticos, testar hipóteses de materiais e treinar modelos de IA para diagnósticos. Ao permitir decisões mais rápidas, protege pessoas e património e impulsiona a inovação.

Guimarães tem vantagem por não precisar criar um ecossistema do zero, beneficiando-se da proximidade à Universidade do Minho e da cultura industrial local. O Deucalion visa ajudar empresas a produzir melhor, gastar menos energia e inovar com maior rapidez.

Guimarães e soberania digital

Ao incluir Guimarães nesta prioridade nacional, o Governo reforça uma estratégia que visa soberania digital e capacidade de calcular e decidir localmente, evitando dependência externa. A iniciativa alinha-se com a Estratégia Digital Nacional.

A infraestrutura está ligada a objetivos de qualidade de vida, competitividade e soberania tecnológica. O foco é manter a hub de Azurém como casa do futuro, conectando fábricas, laboratórios e talento local.

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