- Seis satélites portugueses foram lançados da base de Vandenberg, na Califórnia, às 12h05 de Lisboa, a bordo do foguetão Falcon 9 da SpaceX.
- O evento contou com uma cerimónia no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, para assinalar o lançamento histórico.
- Os satélites Camões, Agustina, Pessoa e Saramago, cada um com 14 quilos, vão ficar em órbita polar a cerca de 500 quilómetros e integram a constelação Lusíada, ao lado de PoSat-2.
- Um satélite radar de abertura sintética adquirido pela Força Aérea Portuguesa à Iceye tem uso civil e militar, e, no âmbito da Constelação do Atlântico, foi lançado também o satélite óptico newsat52 do CEiiA.
- O objetivo é reforçar a observação da Terra, monitorizar território e oceano e ampliar a capacidade espacial de Portugal.
Três parágrafos iniciais de texto, sem subtítulos, para apresentar o essencial: o que aconteceu, quem está envolvido, quando, onde e porquê.
Seis satélites portugueses descolaram na segunda-feira, 30 de março, às 12h05 (hora de Lisboa) a partir da base de Vandenberg, na Califórnia, a bordo do foguetão Falcon 9 da SpaceX. O lançamento ocorreu em pleno crescendo de atividade civil espacial nacional, em cerimónia no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, para assinalar o feito histórico.
Entre os aparelhos, quatro pertencem à empresa LusoSpace e integram a constelação Lusíada, ao lado de dois satélites adicionais. Cada um dos quatro tem massa de cerca de 14 quilos e ficará em órbita polar a about 500 quilómetros de altitude. O objetivo principal é reforçar comunicações marítimas dos navios, no âmbito do programa nacional.
Um satélite distinto, comprado pela Força Aérea Portuguesa à empresa finlandesa Iceye, é de radar de abertura sintética. Este equipamento oferece tecnologia com uso civil e militar, marcando uma aposta dupla no domínio espacial.
Constelação Lusíada e Atlântico
Além dos quatro satélites da LusoSpace, foi lançado o satélite PoSat-2, já integrado na ideia de uma Constelação do Atlântico para monitorização e comunicações. O conjunto inclui também o satélite óptico newsat52, desenvolvido pelo CEiiA, que visa reforçar a observação da Terra e o monitoramento do território e do oceano, conforme explicou a Força Aérea Portuguesa.
A missão gubernamental, descrita pelos responsáveis, visa ampliar a capacidade de observação terrestre e o posicionamento de Portugal no campo tecnológico espacial, com impactos previstos em observação ambiental, navegação marítima e defesa do território.
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