- A China proibiu a saída do país do diretor executivo Xiao Hong e do cientista-chefe Ji Yichao da Manus, enquanto os reguladores analisam a operação após a aquisição pela Meta.
- A Manus, apelidada de o próximo DeepSeek da China, afirma que o seu agente de IA consegue comprar imóveis, programar videojogos, analisar ações e planear itinerários de viagem.
- Em dezembro, a Meta anunciou a compra da Manus, para fortalecer o desenvolvimento de IA.
- O Ministério do Comércio da China confirmou que vai investigar se a operação cumpre a legislação e a regulamentação nacionais.
- O diretor da Manus disse que o negócio permitirá construir sobre uma base mais sólida sem alterar o funcionamento da empresa.
O governo chinês impediu que os responsáveis pela Manus deixassem o país, após a startup ser adquirida pela Meta. O diretor executivo Xiao Hong e o cientista-chefe Ji Yichao foram informados de que não podem viajar, enquanto os reguladores analisam a operação.
A Meta anunciou, em dezembro, a aquisição da Manus para acelerar o desenvolvimento de IA. A Manus ficou conhecida pela alegação de ter criado uma IA supostamente totalmente autónoma, capaz de funções complexas sem intervenção humana direta.
Em relação à inscrição regulatória, o Ministério do Comércio da China indicou, na altura da divulgação da operação, que iria avaliar o cumprimento das leis e regulamentações nacionais. Xiao Hong afirmou que o negócio pode sustentar o crescimento sem alterar o funcionamento atual da Manus.
Investigações e perspectivas
A Manus descreveu o seu projeto como mais do que um simples chatbot, destacando capacidades de autonomia. O anúncio da aquisição levou a uma avaliação regulatória, com foco na conformidade legal e no impacto estratégico no setor de IA na China.
Não foi divulgado quanto tempo a restrição de saída poderá durar. A Meta não comentou de forma adicional. Pequim mantém o escrutínio sobre operações estratégicas envolvendo tecnologia de IA de alto impacto.
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