- No TBA, o duo canadiano Creepy Boys apresenta Slugs, espetáculo descrito como caótico e delirante, que inclui lesmas, referências a Joni Mitchell, cavalos e marionetas.
- Slugs foi um fenómeno do último Fringe e traz uma criação que mistura humor, provocação e imagens súbitas, marcando a presença dos Creepy Boys em Lisboa nesta sexta-feira.
- A conceção de Slugs ganha força a partir do cabaré inclassificável Lucy and Friends, de Lucy McCormick, que estreou no Fringe de Edimburgo em 2023 e passou pelo TBA dois anos depois.
- Lucy and Friends é um cabaré com números de pole dancing e hipnotismo, que redefine teorias políticas e sociais, com canções descontextualizadas de Norah Jones ou Cher, entre outros elementos.
- A passagem de Lucy and Friends pelo Fringe e a receção em Lisboa ajudam a moldar a performance dos Creepy Boys, que seguem a explorar uma estética de caos e subversão no espetáculo Slugs.
No Teatro do Bairro Alto (TBA), em Lisboa, o duo canadiano Creepy Boys apresenta nesta sexta-feira o espetáculo Slugs, integrado no programa do Fringe. O título descreve uma montagem caótica e delirante, marcada por elementos inusitados. A apresentação ocorre num formato de performance contida no festival.
Slugs mistura referências improváveis a lesmas, música de Joni Mitchell, cavalos e marionetas. A natureza do espectáculo é experimental e visa provocar reação do público através de cenários não convencionais. O duo celebra uma estética de subversão e surpresa.
A origem do projeto está ligada a uma experiência anterior dos Creepy Boys. Eles participaram de um cabaré distorcido montado por Lucy McCormick, denominado Lucy and Friends, apresentado inicialmente no Fringe de Edimburgo em 2023. O espetáculo ganhou continuação em Lisboa dois anos depois, no TBA.
Contexto do espetáculo
O que motivou os Creepy Boys a desenvolver Slugs surgiu após a passagem pelo cabaré de Lucy McCormick, que mistura números de dança, hipnotismo e descontextualização de músicas. A partir dessa referência, o duo passou a explorar limites entre humor, política e estética performativa.
Desde 2023, o Fringe tem servido de palco para obras que desafiam convenções. Em Lisboa, o TBA recebe a atuação dos Creepy Boys como parte do circuito internacional que o festival tem vindo a consolidar, oferecendo programação de nicho para públicos interessados em propostas não convencionais.
Detalhes da apresentação
A produção indica que Slugs pode envolver mudanças rápidas de tom e espaço cênico, com uso intenso de recursos visuais. A experiência de espectadores é o eixo da montagem, que busca provocar reflexão sem recorrer a formulações convencionais.
Até ao fecho desta edição, não foram divulgadas críticas oficiais sobre o desempenho, mantendo-se a expectativa entre o público e a imprensa cultural. O espectáculo continua em cartaz no TBA, até terminar o ciclo do Fringe na cidade.
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