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Anabela Valente vai dirigir o Aljube; diretor do São Luiz acumula Bairro Alto

Miguel Loureiro passa a dirigir também o Teatro do Bairro Alto, mantendo o São Lu ís; Anabela Valente assume a direção do Museu do Aljube, mantendo os restantes cargos

Museu do Aljube
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  • Miguel Loureiro, atual diretor do Teatro Municipal São Luís, vai acumular também a direção do Teatro do Bairro Alto.
  • Anabela Valente passa a dirigir o Museu do Aljube — Resistência e Liberdade, substituindo Rita Rato; permanece ligada à EGEAC.
  • Francisco Frazão não foi reconduzido, o que gerou reacções de lamento e condenação no setor cultural.
  • Rita Rato afirma ter ficado satisfeita com o trabalho desenvolvido no Aljube ao longo de seis anos de direção.
  • A EGEAC informa que os restantes dirigentes dos equipamentos culturais serão reconduzidos nos cargos; a notícia envolveu uma carta aberta de profissionais da Cultura contra uma deputada do Chega, com críticas à intervenção no TBA.

Miguel Loureiro, atual diretor do Teatro Municipal São Luiz, vai acumular funções e passar a dirigir também o Teatro do Bairro Alto. A medida foi anunciada pela EGEAC, empresa municipal de Cultura de Lisboa.

Anabela Valente irá dirigir o Museu do Aljube – Resistência e Liberdade, substituindo Rita Rato. Valente já era destacada na EGEAC e possui experiência no Museu Nacional Ferroviário e no Gabinete de Estudos Olissiponenses.

A EGEAC informou que os restantes dirigentes dos equipamentos culturais serão reconduzidos nos cargos. A direção do São Luiz mantém Loureiro desde 2023.

Mudanças na gestão dos espaços culturais de Lisboa

Valente passa a liderar o Aljube, um espaço que preserva memória da resistência política. A nomeação sucede a atuação anterior de Rita Rato, que encerra um ciclo de seis anos à frente do museu.

Francisco Frazão, diretor do Teatro do Bairro Alto até agora, não foi reconduzido. A decisão gerou lamento entre trabalhadores do setor, com críticas à gestão e à direção do município.

Tiago Rodrigues, ex-diretor do Nacional D. Maria II, escreveu num artigo de opinião que a falta de explicações sobre a saída de Frazão alimenta interpretações de saneamento político motivado por pressões políticas.

Rita Rato destacou à Lusa a satisfação pelo trabalho desenvolvido no Aljube, em funcionamento desde 1965 como prisão política, com memória de celas coletivas ainda visíveis.

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