- A saída de Francisco Frazão da direção artística do Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, foi anunciada.
- A administração da EGEAC está a avaliar direcções de equipamentos culturais cujos contratos estão a vencer.
- O afastamento de Frazão é descrito como um “acto de vandalismo” por Tim Crouch, em entrevista ao PÚBLICO.
- O sector reage com preocupação e choque, temendo a perda de um projeto artístico distintivo do TBA.
- O processo de avaliação envolve direcções sob a dependência da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC).
A saída de Francisco Frazão da direção artística do Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, chegou ao conhecimento do sector cultural. A decisão, tomada pela gestão do espaço, ocorre num momento em que a EGEAC avalia direções de equipamentos cujos contratos se aproximam do fim.
O quadro envolve a tutela de equipamentos culturais geridos pela EGEAC, com avaliação de conjunturas contratuais. O afastamento de Frazão é apresentado como parte de um processo de renovação de equipas em fim de mandato.
Quem comenta o episódio assinala que a decisão gera preocupação sobre o destino artístico do TBA. Tim Crouch descreveu o efeito como chocante, enquanto Marco Mendonça destacou o receio de perder a garantia de futuro de um projeto inovador.
A administração da EGEAC mantém o foco na reconfiguração de direções alinhadas com contratos por renovar. O objetivo é assegurar continuidade institucional sem comprometer a qualidade criativa do espaço cultural lisboeta.
Entre na conversa da comunidade