- Cerca de 77% das grandes empresas e 68% das PME dizem que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável já apoiam a tomada de decisões de gestão, segundo estudo da Católica-Lisbon.
- 96,4% das grandes empresas e 82,6% das PME consideram que a sustentabilidade melhora a competitividade.
- 80% das empresas de maior dimensão e 62% das PME afirmam que a sustentabilidade já alterou a forma de produzir e gerar valor.
- 69% das empresas estão com os ODS totalmente ou bastante incorporados na estratégia; entre as grandes, esse índice chega a 98%.
- O relatório será apresentado a 20 de março; o Observatório monitora 61 grandes empresas e mais de 130 PME, e o projeto foi reconhecido pela ONU como uma das 25 melhores práticas globais. O segundo ciclo (2026-2029) foca metas até 2030 e a Agenda 2050.
O estudo da Católica-Lisbon revela que 77% das grandes empresas e 68% das PME já utilizam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para orientar decisões de gestão. A pesquisa é o quarto relatório do Observatório dos ODS nas Empresas Portuguesas.
A investigação, realizada pelo Center for Responsible Business & Leadership, mostra que 96,4% das grandes empresas e 82,6% das PME reconhecem que a sustentabilidade aumenta a competitividade. Além disso, 80% das grandes empresas e 62% das PME dizem que a sustentabilidade já altera a forma de produzir e criar valor.
69% das empresas dizem ter os ODS totalmente ou bastante incorporados na estratégia, sendo que nas grandes empresas esse índice chega a 98%. O Observatório alerta, porém, para a urgência de acelerar o ritmo globalmente, pois apenas 17% das metas seguem trajetória favorável.
Resultados-chave
O relatório aponta que a banca e os serviços financeiros também estudados mostram progressos na implementação da Agenda 2030. O documento analisa ainda a relevância dos ODS nos relatórios de sustentabilidade.
Contexto e próximo ciclo
O Observatório monitoriza 61 grandes empresas e mais de 130 PME, com apresentação pública marcada para 20 de março. O projeto encerra o primeiro ciclo (2022-2025) e aponta o segundo ciclo (2026-2029) com foco nas metas de 2030 e na Agenda 2050.
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