- O INEM registou 446 acionamentos de helicópteros de emergência entre 1 de julho e 31 de dezembro de 2025, com 319 transportes efetivos.
- O heliporto do Hospital de Santa Maria foi o que registou mais aterragens; o helicóptero sediado em Macedo de Cavaleiros foi o mais acionado, com 151 acionamentos.
- As bases operacionais são Évora (149), Loulé (112) e Viseu (34), com atividades a ocorrer principalmente em heliportos hospitalares, destacando-se Santa Maria (82 aterragens).
- Dos voos realizados, 151 foram transportes primários (socorro no local) e 168 foram transportes secundários (traslado entre hospitais).
- A disponibilidade operacional manteve-se em cerca de 93%, dentro dos padrões para este tipo de serviço, num contexto de controvérsias sobre ajustes diretos e fiscalização.
Entre 1 de Julho e 31 de Dezembro de 2025, os helicópteros de emergência médica accionados pelo INEM, em parceria com a Gulf Med, somaram 446 chamadas. Destas, 319 resultaram em transporte efetivo, segundo o balanço do instituto.
O heliporto do Hospital de Santa Maria registou o maior número de aterragens, enquanto o helicóptero sediado em Macedo de Cavaleiros foi o mais accionado. O balanço abrange quatro bases operacionais: Évora, Loulé, Viseu e Macedo de Cavaleiros.
No conjunto, 151 voos tiveram natureza primária (socorro no local) e 168 foram secundários (transporte entre hospitais). O INEM indica que a maioria das missões ocorreu em heliportos hospitalares, com destaque para o Santa Maria (82 aterragens).
Distribuição geográfica e operacional
O INEM também aponta aterragens em Faro (54), Bragança (38), Pedro Hispano (Mat osinhos) (31) e Vila Real (25). Alguns heliportos ainda não possuem autorização da ANAC para emergência médica, o que condiciona operações.
O conjunto de habitações com autorização era de dez heliportos e uma pista de ultraleves, com hospitais representados por várias unidades nacionais. Em Fevereiro deste ano, a ANAC autorizou a operação de emergência no heliporto do Beatriz Ângelo, em Loures.
Disponibilidade e controlo contratual
A disponibilidade operacional situa-se em cerca de 93%, de acordo com o INEM, aderente ao contrato com a Gulf Med. O serviço tem enfrentado controvérsias públicas e críticas de entidades de controlo financeiro.
Apesar dos constrangimentos, o INEM acentua que dois helicópteros já estavam ativos a 1 de Julho em regime de 12 horas diárias (Loulé e Macedo de Cavaleiros), com apoio da Força Aérea Portuguesa. Em Outubro, passou a operar 24 horas em Évora e Loulé.
Conclusões de implementação
A 1 de Novembro, o dispositivo ficou completamente concluído, com quatro helicópteros médios a operar 24 horas por dia, conforme o modelo previsto. O INEM mantém a monitorização e o cumprimento das metas contratuais.
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