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Milhares de exames por corrigir com prazo a terminar geram desgaste e revolta

Professores enfrentam atraso crítico na correção de exames, com prazo perto do fim; falha na plataforma leva a apelo por correção em papel

Novo método de correcão digital de exames está a provocar o caos
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  • A seis ou sete dias úteis do fim do prazo (adornado de 6 para 10 de julho), milhares de professores ainda não tinham iniciado a correção dos exames nacionais, reportando dificuldades na plataforma de classificação.
  • Docentes em várias regiões dizem não conseguir aceder à plataforma Metaprof ou ver as provas para classificar, com mensagens de desgaste e frustração a chegar ao portal.
  • A Missão Escola Pública (MEP) adianta que há itens já classificados por outros professores que desaparecem da área de trabalho, e que as correções de Matemática A, História A e Biologia só começaram na quinta-feira, em pequena escala; a organização recomenda o envio de minutas de desculpas para escape de responsabilidade.
  • A МEP solicita ao ministro da Educação a distribuição imediata de cadernos de resposta em suporte papel pelos agrupamentos de exames, defendendo a fiabilidade da classificação. O ministro afirma que a maior parte dos relatos é falsa; a Metaprof diz que todos os relatos são verificados e ofereceu apoio ao ministério.

Shorou do prazo para classificação dos exames nacionais, que foi adiado de 6 para 10 de julho, os docentes continuam sem conseguir aceder à plataforma de classificação. O caos persiste em várias regiões, com professores a relatar dificuldades para iniciar a correção.

Segundo a Missão Escola Pública (MEP), a situação afeta várias disciplinas, incluindo História A, Matemática A e Matemática B. Nas mensagens recolhidas via o portal Metaprof, os docentes descrevem problemas de acesso, falta de provas disponíveis e dúvidas sobre a integridade dos ficheiros.

Professores de Aveiro, Lisboa, Lagos e Guarda reportam dificuldades severas: não podem aceder à plataforma, há relatos de folhas de continuação incompletas ou com caligrafias diferentes, e itens já classificados por outros colegas que aparecem na sua área de trabalho.

Desafios na correção e apelos pela via de papel

A Missão Escola Pública afirma que há itens que desaparecem da área de trabalho dos docentes e que a correção de Matemática A ainda não arrancou. A História A e a Biologia apenas iniciaram, de forma pontual, na quinta-feira, com poucas turmas envolvidas.

A organização solicita ao Ministério da Educação a distribuição imediata dos cadernos de resposta em papel pelos agrupamentos, para garantir fiabilidade na classificação e evitar atrasos adicionais. O movimento recomenda o envio de minutas de responsabilidade para quem se ausentar.

O ministro da Educação afirmou, em reunião parlamentar, que a maioria dos relatos não corresponde à realidade. A Metaprof reforça que todos os relatos são verificados e disponibilizou apoio ao Ministério para esclarecer a situação.

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