- Campos nos arredores de Durban, África do Sul, estão cheios de migrantes malawianos que aguardam o regresso a casa, com autocarros a serem preparados.
- Autoridades dizem que mais de quinze mil malawianos já foram registados para repatriamento, muitos sem documentos válidos ou com passaportes caducados.
- As condições são difíceis, com grandes aglomerações, lixo espalhado e acesso limitado a serviços básicos.
- A tensão aumentou devido a um prazo informal para deixarem o país, levando a reforço de segurança após ataques contra estrangeiros.
- Vários governos da região organizam regressos voluntários.
Milhares de migrantes malawianos aguardam repatriamento em campos junto a Durban, África do Sul, após a aplicação das regras migratórias sul-africanas e de planos regionais de regresso. Autocarros já se preparam para as longas viagens de regresso a casa.
Famílias com crianças formam filas, enquanto funcionários verificam documentos e voluntários distribuem comida e água. O ambiente é marcado por grande afluência e organização emergencial para facilitar o retorno.
Mais de 15 000 malawianos já foram registados para repatriamento; muitos não têm documentos válidos ou possuem passaportes caducados. As condições são descritas como difíceis, com aglomerações, lixo e acesso limitado a serviços.
Contexto regional e segurança
A segurança tem sido reforçada nos últimos dias após ataques contra cidadãos estrangeiros. Vários governos da região participam na organização de regresso voluntário para registados nas operações de repatriação.
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