- O Júri Nacional de Exames disse que o processo de preparação dos exames para a classificação digital está em fase de recuperação, após dificuldades técnicas.
- O caos na correção dos exames nacionais continua a preocupar docentes e comunidade educativa, com episódios insólitos a aumentar.
- Na Figueira da Foz, uma professora que já morreu foi convocada para classificar o exame de Físico-Química A.
- Em Oliveira de Azeméis, uma docente designada para corrigir provas de Português recebeu previamente as de Economia A.
- Numa escola de Lisboa, uma professora de Geologia foi chamada para classificar os exames de Francês.
O Júri Nacional de Exames (JNE) informou que o processo de preparação dos exames para classificação digital está em fase de recuperação, após enfrentar dificuldades técnicas. A afirmação surge num contexto de atrasos e falhas em correções.
Os problemas têm marcado a atual edição dos Exames Nacionais do Ensino Secundário, causando indignação entre docentes e comunidades escolares. Episódios considerados insólitos pelo corpo docente têm vindo a aumentar.
Na Figueira da Foz, uma professora já falecida foi convocada para classificar o exame de Físico-Química A, segundo relatos. Em Oliveira de Azeméis, uma docente designada para Português recebeu, preliminarmente, provas de Economia A. Em Lisboa, outra professora de Geologia foi chamada para classificar o exame de Francês.
O diretor de um Agrupamento de Escolas de Viseu, que pediu anonimato, explicou que o Instituto de Avaliação Educativa terá passado a trabalhar com técnicos em vez de docentes para as correções. Alega-se confusão generalizada entre as unidades.
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