Desde os sismos que atingiram a Venezuela, a Beneficência Portuguesa tem estado ativa no terreno, com dadores e voluntários a preparar refeições para vítimas, voluntários de salvamento e hospitais. A ação busca responder às necessidades básicas numa fase de emergência humanitária.
A equipa liderada pela presidente Lucecita Fernandes informou que foram preparadas arepas para 250 refeições, que vão ser distribuídas entre famílias, unidades de saúde e equipas de resgate. O objetivo é apoiar quem está na linha da frente.
Apesar do esforço, a dirigente explicou que a dimensão da tragédia ultrapassa as capacidades atuais, gerando frustração entre as damas que trabalham. O contacto com autoridades é manter-se, mas há incerteza quanto a respostas rápidas.
A presidente descreveu ainda a forte resposta solidária da população portuguesa. As doações existem em várias formas: alimentos, água, medicamentos, produtos de higiene e itens de limpeza, encaminhados para quem precisa.
Além da comida, a Beneficência atua como centro de recolha de roupas, medicamentos e kits de primeiros socorros, fornecendo cabazes de alimentos e outros presentes a famílias afetadas. O objetivo é manter o apoio contínuo.
A responsáveis destacou a mobilização de muitos compatriotas, que trazem esperança e acompanhamento às famílias afectadas. O espírito de entreajuda foi considerado essencial neste momento.
Foi anunciada a chegada a Venezuela de uma equipa de salvamento enviada por Portugal, considerada uma valiosa contribuição. A presença reforça os laços entre Portugal e a comunidade venezuelana e seus familiares.
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