- O sindicato que representa os trabalhadores da EMEL anunciou um balanço positivo da greve parcial que decorre até quinta-feira, com horários de 10h00 a 12h00, 15h30 a 17h30, 18h00 a 20h00 e 06h00 a 08h00, com piquetes junto à sede pela manhã e à tarde.
- No primeiro dia e meio, a maioria das lojas manteve-se encerrada; na segunda-feira, apenas uma abriu de manhã e, na parte da tarde, já estava encerrada.
- Os parques ficaram, em muitos casos, sem pessoal, com seis ou sete parques encerrados; se houver problema, as cancelas devem ser abertas por falta de operadores.
- A adesão foi mais elevada no turno da noite (65% de ausência, passando de 15 trabalhadores a 4), e a fiscalização ficou entre os 30% e 40%, segundo o sindicalista.
- As reivindicações incluem aumentos salariais e diuturnidades; a EMEL mantém a atualização salarial de 25 euros, e o sindicato pretende que a administração responda ao caderno reivindicativo, com um plenário previsto para sexta-feira junto à Câmara.
O sindicato dos trabalhadores da EMEL informou que a greve parcial em curso até quinta-feira tem decorrido de forma positiva em várias unidades, embora ainda não haja números oficiais de adesão. A avaliação baseia-se em relatos de campo.
No balanço do primeiro dia e meio, a maioria das lojas esteve encerrada, com apenas uma aberta pela manhã na segunda-feira e encerrada no período da tarde. Também muitos parques ficaram sem operários, o que levou ao encerramento de seis a sete locais.
A greve decorre de segunda a quinta, nos turnos da manhã, tarde, noite e madrugada, com piquetes junto à sede da empresa pela manhã e à tarde. Na noite, o desbloqueio também registou uma adesão reduzida.
Adesão e perspetivas
A adesão no turno da noite foi de cerca de 65%, com apenas quatro trabalhadores a trabalhar de um total de 15. A fiscalização fica entre 30% e 40%, números que não corresponderam às expectativas do sindicato.
Segundo o CESP, a fraca adesão deveu-se a uma comunicação da empresa na última sexta-feira, que levou alguns trabalhadores não sindicalizados a aderirem, apesar de o plenário ter aprovado a paralisação por unanimidade.
Os representantes aguardam um grande plenário na sexta-feira junto à Câmara Municipal e pretendem que o presidente da Câmara receba os trabalhadores para discutir medidas, mantendo a confiança de que o conselho de administração pode avançar mais.
O CESP considerou incompreensível que a totalidade dos trabalhadores municipais tenha visto aumentos decretados pelo Estado, menos os da EMEL, embora reconheça que o aumento é insuficiente. A nota do sindicato critica a empresa por anunciar novos investimentos sem responder ao caderno reivindicativo.
A EMEL reiterou que a atualização salarial prevista é de 25 euros, mantendo a recusa de diuturnidades e mantendo compromissos passados sem solução para várias reivindicações salariais, conforme o sindicato. A EMEL não respondeu ao pedido de esclarecimento da Lusa.
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