- A revisão do Plano de Urbanização de Évora propõe a construção de mais de sete mil fogos, o que pode acolher cerca de 15 mil novos residentes, em cerca de 90 hectares de solo urbano.
- Discute-se a expansão de áreas económicas, incluindo a criação do “cluster” de saúde junto ao futuro Hospital Central do Alentejo e a integração com o pólo de saúde da Universidade de Évora.
- O documento inclui ainda a expansão do Parque de Indústria e Tecnologia de Évora (PITE), do Parque Industrial e de Actividades Económicas (PIAE) e a criação de uma nova área empresarial na zona norte, bem como uma plataforma logística a sudoeste.
- O projeto prevê, no plano, a promoção do transporte público, com um serviço urbano metrobus que fica desenhado, mas não para já, por questões financeiras da câmara.
- O processo de participação pública decorre até setembro, com pareceres das entidades e votação do documento final em reunião de câmara, preparando a publicitação no Diário da República em outubro.
A revisão do Plano de Urbanização de Évora admite mais de sete mil fogos, com expansão de áreas económicas e a criação de um cluster de saúde junto ao futuro hospital. A apresentação ocorreu entre segunda e terça-feira, em Évora. A Câmara Municipal, liderada por Carlos Zorrinho, indica que há foco no crescimento da cidade e na oferta de habitação de várias tipologias.
A proposta, quarta revisão do PU, aponta construção de mais de sete mil fogos, o reforço da área económica e a criação do cluster de saúde, perto do hospital central do Alentejo. O autarca sublinha que a medida aumenta a capacidade de construção e favorece o investimento, com mais zonas verdes.
Detalhes da Proposta
O documento técnico inclui a criação de uma zona empresarial na zona norte, uma plataforma logística a sudoeste e uma expansão do Parque de Indústria e Tecnologia de Évora (PITE) e do Parque Industrial e de Actividades Económicas (PIAE). O solo urbano destinado a este fim soma cerca de 90 hectares.
O cluster de saúde terá 42 hectares junto ao futuro hospital, integrando o polo de saúde da Universidade de Évora. Além disso, o projeto enfatiza um novo modelo urbano com ênfase no transporte público, embora o serviço urbano metrobus ainda não esteja para já, por questões orçamentais.
O processo de participação envolve audições políticas e consulta pública. O documento atual já incorpora contributos de várias forças políticas e da população. O parecer das entidades, incluindo a CCDR, está pendente antes de nova discussão pública.
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