Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Marina visita o Hospital de São João para despedir-se do marido pela 3ª vez

Marina visitou o marido no hospital três vezes após o incêndio de Pedrógão Grande, onde Rui Rosinha ficou gravemente queimado; o episódio desencadeou um burnout

Rui Rosinha fintou a morte várias vezes e hoje já consegue andar com a ajuda de um tripé
0:00
Carregando...
0:00
  • Em 17 de junho de 2017, Rui Rosinha ficou gravemente queimado no fogo em Pedrógão Grande.
  • Marina Rodrigues esteve ao lado dele durante o internamento no Hospital de São João, tendo sido chamada para se despedir três ou quatro vezes.
  • Na noite do incidente, o marido enviou uma mensagem a dizer “Eu amo-vos muito” às 20h13, antes de não conseguir falar novamente.
  • Às 22h chegou uma ambulância; a tia de Rui, que trabalhava no centro de saúde, chorou ao perceber que era ele; Marina seguiu a ambulância e encontrou-o no chão.
  • Rui Rosinha, que sobreviveu, hoje consegue andar com a ajuda de um tripé.

No incêndio de Pedrógão Grande, ocorrido a 17 de junho de 2017, Rui Rosinha ficou gravemente queimado quando bombeiros formaram uma roda para proteger uma família. Marina Rodrigues foi chamada ao Hospital de São João, no Porto, para se despedir do marido várias vezes, entre as 20h13 e as 22h, sem conseguir falar com ele de imediato. A ambulância chegou ao local e a tia de Rui, que trabalhava no hospital, começou a chorar ao reconhecê-lo.

Ao longo da hospitalização, Marina esteve ao lado de Rui e dos dois filhos do casal, Francisco, então com 9 anos, e António, com 12. Mesmo diante da gravidade, acreditou na recuperação dele e acompanhou o regresso à casa após o período de tratamento. O episódio foi descrito pela família como marcado pela esperança, apesar de consequências emocionais que se acentuaram com o tempo.

Contexto do incêndio

O fogo de Pedrógão Grande mobilizou forças de proteção civil e deixou várias vítimas. Rui Rosinha, ferido, foi transferido para o Hospital de São João, no Porto, onde permaneceu em tratamento. A família relatou que Marina manteve a presença junto ao marido, apoiando-o nos momentos mais críticos durante a recuperação inicial.

Acompanhamento posterior

Mais tarde, Rui Rosinha passou por diferentes fases de recuperação, incluindo ajustes físicos e emocionais. A história é apresentada como um testemunho de resiliência familiar diante de uma tragédia de grande escala, com o foco na passagem de Rui entre o perigo e a esperança de recuperação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais