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Cheias levam cana-de-açúcar; vendedores de rua em Maputo resistem

Cheias de janeiro devastam canaviais em Maputo; Catarina Floria mantém a venda de cana nas ruas, preferindo o negócio a regressar a um emprego

Catarina Floria, uma vendedora de cana-de-açúcar em plásticos nas ruas de Maputo, Moçambique, com cana-de-açúcar ao seu lado, em uma rua movimentada.
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  • Cheias em Maputo destruíram canaviais, afetando quem vende cana-de-açúcar nas ruas.
  • Catarina Floria vende cana em plásticos nas ruas de Maputo e relata prejuízos causados pela perda de canaviais.
  • Ela prefere “morrer” no negócio a voltar a ser empregada, segundo a reportagem.
  • A imagem associada mostra Catarina Floria com cana-de-açúcar nas ruas da cidade.
  • O conteúdo completo do artigo está disponível apenas para subscritores.

As cheias de janeiro provocaram prejuízos significativos aos canaviais na região de Maputo, Moçambique. Catarina Floria é uma vendedora que comercializa cana-de-açúcar em plásticos nas ruas da cidade. O risco e a destruição foram determinantes para o seu negócio.

Floria indica que houve perda de stock devido às inundações, que atingiram os últimos meses. O atendimento acontece em pontos de venda informais nas vias públicas de Maputo.

Apesar das dificuldades, a vendedora prefere manter o negócio a retornar a um emprego assalariado, mantendo-se ativa nas ruas com o seu produto. A mobilidade e a rotatividade do público continuam a sustentar as vendas, mesmo após as cheias.

Situação dos vendedores de cana-de-açúcar

Os impactos nas áreas rurais e urbanas de Maputo criam um cenário de incerteza para quem depende das vias públicas para comercializar o alimento básico. A recuperação dos canaviais pode levar tempo e exigir apoio de autoridades locais.

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