- Na pandemia, as escolas fecharam e docentes e alunos passaram a aprender e ensinar através de ecrã.
- Surgiram conteúdos nas redes sociais, com docentes a conquistar milhares de seguidores no TikTok, Instagram e YouTube.
- Os vídeos servem de apoio aos estudos, especialmente em épocas de exames, quando são companheiros de estudo.
- A professora Marta Rodrigues começou a criar vídeos explicativos, com a cara dela em destaque para manter o contacto com os alunos.
- A prática mostra uma aproximação entre a sala de aula tradicional e as redes sociais, que passou a influenciar a forma de aprender.
O que aconteceu: durante a pandemia, escolas passaram a ensinar e a aprender através de ecrãs. Profissionais da educação ganharam visibilidade nas redes sociais, onde partilham conteúdos educativos e chegam a milhares de seguidores. O fenómeno envolve docentes que utilizam plataformas como TikTok, Instagram e YouTube.
Quem está envolvido: entre os casos de sucesso, destaca-se a professora Marta Rodrigues, que começou a produzir vídeos para explicar a matéria. O objetivo era manter o contacto com os alunos e apoiar o estudo, recorrendo a formatos simples e acessíveis. Além dela, outros docentes adoptaram estratégias semelhantes.
Quando e onde aconteceu: o fenómeno ganhou força no período inicial da pandemia, quando as escolas fecharam e houve necessidade de ensino remoto. A ação ocorreu por meio de redes sociais, acessíveis a estudantes e famílias em casa, em Portugal e noutros contextos de ensino à distância.
Educação e redes sociais
Como funciona na prática: as aulas presenciais deram lugar a conteúdos publicados online, com formatos curtos e didáticos. Em momentos de exames, esses vídeos têm servido como recursos de apoio aos estudos, complementando o material didático tradicional.
Porquê: a estratégia de docentes influenciadores parece responder a uma procura por explicações rápidas, claras e acessíveis. A narrativa partilhada envolve o uso de vídeos com a “carinha” do professor para manter o contacto com os alunos.
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