- Em Paço d’Arcos, uma escola reforçou a prevenção de conflitos após um episódio de bullying que mobilizou a direção, a psicóloga, famílias e a Polícia de Segurança Pública (PSP).
- As sessões abordam insultos, mas procuram também reforçar o papel do elogio e de comportamentos positivos.
- A psicóloga Marta Napoleão utilizou uma folha em branco para representar uma pessoa e pediu aos alunos do quinto ano que atirassem nomes usados para ofender.
- Entre os termos partilhados estiveram insultos como “palhaço”, “desgraçado” e “vai tomar banho”, entre outros.
- Diante da suspeita de episódios de bullying e violência, a escola decidiu abrir um espaço de conversa coletiva entre alunos para tratar do problema.
Foi em Paço de Arcos que uma escola decidiu enfrentar o bullying após um episódio que mobilizou a direção, a psicóloga escolar, as famílias e a Polícia de Segurança Pública. A intervenção centra-se em prevenir conflitos e promover um ambiente seguro para os alunos.
A psicóloga Marta Napoleão realizou uma atividade com alunos do quinto ano. Ela ergueu uma folha em branco e pediu que a turma imaginasse que a folha era uma pessoa, substituindo nomes ofensivos por atitudes positivas. Os alunos citaram insultos que já ouviram entre colegas, como termos pejorativos diversos.
A escola identificou sinais de indícios de intimidação e violência entre alunos e decidiu atuar de forma coletiva. O objetivo é abrir espaço para o diálogo, compreender impactos do bullying e reforçar a importância de elogios e reconhecimento entre estudantes.
Abordagem educativa e participação
A iniciativa envolve a direção escolar, a psicóloga, famílias e a PSP, com a coordenação de sessões de conscientização. As sessões enfatizam a identificação de comportamentos prejudiciais e estratégias de prevenção.
As atividades procuram sensibilizar para a gravidade dos insultos, ao mesmo tempo em que promovem formas positivas de interação. O objetivo é consolidar um clima escolar mais seguro e acolhedor para todos.
Entre na conversa da comunidade