- No âmbito do escândalo Isaac Braga, crescem as críticas dentro do PS de Vila do Conde, com exigência de novas eleições na freguesia principal.
- Isaac Braga, então presidente, é suspeito de usar milhares de euros da junta para despesas pessoais; imprensa e oposição pedem esclarecimentos e acesso a faturas e extratos.
- A sessão da assembleia de freguesia terminou com a intervenção da PSP, após o PS ter encerrado o debate com maioria.
- Alexandra Loureiro, ex-líder da Juventude Socialista, diz que o PS não promoveu o debate e defende novas eleições; no PS também há quem discorde e peça mudança.
- Reações na rede social do PS de Vila do Conde mostram descontentamento de votantes, com pedidos de reflexão e criticando a atuação atual; o presidente da concelhia não comentou.
O escândalo envolvendo Isaac Braga intensifica as críticas dentro do PS de Vila do Conde. A última assembleia de freguesia terminou de forma abrupta, com a chegada da PSP, gerando acusações de obstrução ao debate e de tentativa de proteção de quem está no poder. O assunto levanta dúvidas sobre a gestão da junta e a transparência financeira.
A demissão recente de Alexandra Loureiro, antiga líder da Juventude Socialista local, acentuou as críticas ao funcionamento do partido. Afirmou que o PS não abriu espaço para o debate necessário e que a atuação dos eleitos compromete a credibilidade da organização. A pressão por novas eleições cresce entre alguns membros e eleitores.
O Congresso local do PS responde com uma maioria estável; no entanto, a opinão de que o debate é silenciado ganhou força entre apoiantes. Outros membros manifestaram insatisfação publicamente, incluindo membros que votaram no partido anteriormente. O presidente da concelhia pediu reserva sobre o tema.”
Reacções dentro do PS
Parágrafos adicionais com foco nos desdobramentos internos e próximas ações, mantendo o tom informativo e sem take pessoal.
A investigação sobre alegadas utilizações de verbas da junta para despesas pessoais permanece em aberto, sem divulgação de faturas ou extratos por parte da direção. A proprietária da tesouraria, que ocupou o cargo no último mandato, manteve-se como figura central no processo.
Outra preocupação comum entre os críticos é a recusa de acesso a documentação financeira, que inclui faturas e extratos bancários. Esta postura é interpretada por alguns como impedimento de escrutínio público sobre a gestão financeira da junta.
Ainda sem confirmação oficial, cresce a expectativa de novas eleições para a principal freguesia do concelho, após a mudança na liderança do órgão. Até ao momento, o PS não indicou data para esse cenário e reforçou a legitimidade da maioria atual.
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