- João Espada, de 20 anos, vivia em Lisboa e trabalhava num restaurante na Penha de França; a mãe, Sara Figueiredo, dizia que ele levava uma vida normal na capital.
- Desde o dia sete de maio não houve mais contacto nem notícia do jovem.
- Poucos dias depois, chegou uma mensagem de um número português sem identificação que complicou a situação.
- A mensagem afirmou ter conhecido João num bar em Banguecoque, na Tailândia, dizendo ainda que, se não regressasse a Portugal, devia apresentar queixa na polícia.
- Sara não sabia que o filho estava fora do país, o que aumentou o mistério sobre o paradeiro de João.
A mãe de João Espada viu o mistério aumentar quando recebeu uma mensagem de número desconhecido, em Portugal, que mudou o rumo da história. O recado sugeria que, se o filho não tivesse regressado a Portugal, deveria reclamar às autoridades. A comunicação surgiu dias após o último contacto com a família.
João Espada, de 20 anos, vivia sozinho num quarto em Lisboa e trabalhava num restaurante na Penha de França. Até ao momento, a família não apresentou sinais de que o jovem estivesse em dificuldades a pedir ajuda, segundo relatos da mãe.
Tudo começou no dia 7 de maio, data em que Sara Figueiredo perdeu o contacto com o filho. A partir daí, o silêncio fez crescer a apreensão na familiar, que procurou informações junto de amigos e conhecidos.
Poucos dias depois, surgiu a mensagem que alterou o cenário. O texto, enviado de um número português sem identificação, alegava ter visto João num bar em Banguecoque, na Tailândia, levantando a hipótese de que o jovem estaria fora do país sem aviso prévio.
A mãe, em entrevista ao Correio da Manhã, expressou surpresa com a possibilidade de o filho estar no sudeste asiático. Não confirmou nem negou a veracidade da informação, apenas afirmou que desconhecia a viagem do filho.
A polícia ainda não divulgou detalhes sobre o paradeiro de João Espada. A família solicitou apoio e pediu que qualquer informação seja comunicada às autoridades competentes. A Redação do Correio da Manhã adianta que a matéria continua a ser acompanhada pelas autoridades.
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