- No dia 8 de maio, em Águeda, quatro estudantes da ESTGA organizaram o ESTGA Jazz Day, um evento cultural e solidário.
- O programa contou com 18 crianças de uma escola básica a construírem instrumentos com materiais recicláveis, um concerto de jazz ao vivo com a Orquestra Ligeira de Águeda, uma palestra sobre música e desenvolvimento humano, e visitas à Fondation Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro.
- No final, foram entregues 278 donativos à Delegação da Cruz Vermelha de Águeda, incluindo roupa, alimentos e brinquedos.
- O texto contrapõe narrativas de jovens desmotivados e de universidades isoladas, mostrando que projetos com propósito geram impacto real na comunidade.
- Conclui que a atenção aos exemplos que aparecem é mais eficaz do que a crítica facilitista, e que iniciativas como o ESTGA Jazz Day resultam de parcerias entre academia e comunidade.
Em Águeda, no dia 8 de maio, quatro estudantes da ESTGA organizada e gerida uma atividade cultural e solidária desde o início até ao fim. O evento nasceu numa unidade curricular da Licenciatura em Secretariado e Comunicação Empresarial da ESTGA-UA.
Entre as atividades, destacaram-se 18 crianças da escola básica a construírem instrumentos com materiais recicláveis, pela manhã. Seguiu-se um concerto de jazz ao vivo com a Orquestra Ligeira de Águeda e uma palestra sobre música e desenvolvimento humano.
Paralelamente, os participantes visitaram a Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro. Ao final, foram entregues 278 donativos à Delegação da Cruz Vermelha de Águeda, reunindo roupa, alimentos e brinquedos.
Contexto e leitura da realidade
A iniciativa surge numa altura em que se discute o papel das universidades na comunidade. Os organizadores destacam que o projeto provou que há vínculos ativos entre ensino superior e território, mesmo sem estruturas de grande orçamento.
Há quem critique narrativas sobre juventude e sobre a distância entre academia e sociedade. O ESTGA Jazz Day é apresentado como exemplo de mobilização local que emerge de estudantes sem apoios formais expressivos.
O objetivo, dizem, não passou pela avaliação tradicional, mas por resultados concretos que reconhecem a comunidade envolvida. Com bom acolhimento local, o projeto movimentou parceiros e trouxe participação direta.
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